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Monday, August 17, 2009

Calem esta "vaquinha" ou a falta que não faz o sr. Rui Santos ao Futebol.


Já em 2007, aquando da polémica em torno do gesto violento e condenável de Scolari (uma espécie de murro) no final de um jogo com a Sérvia escrevi editei este POST com a minha opinião sobre o assunto mas também sobre o comentarista desportivo (na altura em início de carreira) o Sr. "Dr. da Bola", comentador Rui Santos.
Com o recomeço do campeonato nacional de Futebol - época 2009/10 - regressaram os programas parasitas do "pontapé no esférico" e, claro está o sr. Rui Santos no programa da SIC " Em Tempo Extra ".
Acontece que o homem este ano veio "de peito inchado"... ás sentenças recheadas de palavras rebuscadas e inusitadas com que brindava os telespectadores
sobre qualquer banalidade de qualquer jogo, agora traz também, no seu reportório de barbaridades, termos "popularuchos"; (...) O Sporting teve uma grande vaca ! (...), por exº...
Depois é uma sequência infinita de "bocas" e de afirmações de auto-convencimento que só podem ter origem num qualquer problema de infância.; (...) talvez seja por eu ter este problema de dizer as coisas antes do tempo...(...) etc, etc.
Aguentei a tortura até ao fim como aquelas pessoas que se picam para ter a certeza que estão vivas...
Com uma certeza eu fiquei. Se no ano passado o Sr. Rui Santos "conquistou" o coração dos adeptos do F.C. Porto, este ano vai no caminho certo para ter dois ou três amores...

Wednesday, February 29, 2012

29 de Fevereiro de 2012



A "BOA NOTÍCIA":


PARABÉNS TSF !

TSF-Rádio Notícias é uma rádio portuguesa, de cariz informativo, com noticiários de meia em meia hora. Fundada em 1989, a cooperativa original incluía algumas figuras históricas darádio portuguesa, como Emídio Rangel, David Borges ou Fernando Alves e adoptou o nomeTSF por analogia com a designação tradicional abreviada de Telefonia Sem Fios, que era como se chamava a rádio nos seus primórdios. A primeira emissão desta rádio ainda "pirata" (ainda não estava legalizada, nessa altura ainda não eram permitidas em Portugal emissões privadas de rádio) teve lugar a 29 de Fevereiro de 1988.

A estação de rádio, a princípio designada TSF-Rádio Jornal, teve como sócios fundadores a Cooperativa TSF, o grupo de O Jornal e a FNAC-Fábrica Nacional de Ar Condicionado. Tem a classificação de rádio regional, mas cobre em FM o Norte e Centro do país, além de deter várias rádios locais no Sul, chegando a grande parte do território continental português. Pode também ser escutada pela Internet em todo o mundo. Possui uma razoável rede de correspondentes internacionais e é actualmente propriedade do grupo Controlinveste Media, em consequência de Joaquim Oliveira ter adquirido partes da holding Lusomundo à PT Multimédia.



Fazem ou fizeram parte da TSF profissionais conhecidos como: Fernando Alves, Manuel Acácio, Helena Vieira, Margarida Serra, Pedro Pinheiro, João Janes, João Paulo Baltazar, Carlos Vaz Marques, Mário Fernando, David Carvalho, Ana Bravo, Rui Miguel Silva, Fernando António, Nuno Roby Amorim, Valdemar Duarte, Miguel Monteiro, Elisabete Caramelo, Miguel Fernandes, Paulo Tavares, Nuno Miguel Martins, Ana Catarina Santos, Bárbara Baldaia, Ricardo Pateiro, Sofia Santos, Artur Cassiano, Luis Lourenço, Emídio Fernando, César Santos, Nélson Santos, Bárbara Guevara, Manuel Vilas Boas, Cristina Lai Men, Pedro Miguel Costa, Cláudia Arsénio, Artur Carvalho, Maria de São José, Sandra Pires, Cláudia Henriques, Nuno Serra Fernandes, Judith Menezes e Sousa, Paulo Alves Guerra, Valter Madureira, Ricardo Duarte, Francisco Mateus, João Francisco Guerreiro, Bruno Sousa Ribeiro, Paulo Cintrão, José Carlos Barreto, Cristina Santos, Alexandrina Guerreiro, Herlander Rui, João Félix Pereira, Jorge Pena, Paulo Dias, entre muitos outros.

A TSF tem actualmente como director o jornalista Paulo Baldaia.

(WIKIPÉDIA)






A "MÁ NOTÍCIA":
Agricultores alentejanos «desesperados» e à beira de um ataque de nervos
A falta de chuva está a deixar os agricultores alentejanos «desesperados» e o elevado preço das forragens e rações a provocar um ataque de nervos aos produtores pecuários, segundo um dirigente agrícola de Portalegre.

«Os agricultores já estão a Xanax», ironizou António Bonito, proprietário de uma exploração agrícola na freguesia de Crato (Portalegre), onde mais de 200 cabeças de gado bovino estão a ser alimentadas à base de fenos e silagens.

Criticando a ministra da Agricultura, Assunção Cristas, pela forma como tem conduzido o problema da seca, António Bonito, que exerce também o cargo de presidente da Associação dos Agricultores do Distrito de Portalegre (AADP), exigiu medidas que ajudem de «imediato» o setor.

«Quando ouvimos a nossa ministra, que devia ser a primeira pessoa a defender-nos, apelar a um sentimento de fé, nós, agricultores, somos pessoas de coragem e de fé, mas neste momento não é a fé que nos faz falta, precisamos de solidariedade e que nos apoiem financeiramente», defendeu.

Em pleno período de seca, António Bonito considera que a zona do norte alentejano vive num verdadeiro «retrato de desespero» por falta de alimentos para o gado.

«Não temos condições para alimentar os animais que, nesta altura do ano, normalmente, andam no pastoreio, no extensivo», relatou.





(IMAGEM RETIRADA DA NET)




Tuesday, June 15, 2010

Costa Marfim 0 - 0 Portugal ...Mais do mesmo...

Não há muito a dizer do primeiro jogo de Portugal neste Mundial na África do Sul, frente à selecção da Costa do Marfim. Ou por outra, há, mas é tão mau que disso se encarregará o Rui Santos e os demais Drs. da bola que animam os cafés com televisão deste país.
Eu só falo da "Alforreca", do Carlos Queiroz. As suas declarações no final da partida foram, como o título deste post diz - mais do mesmo - a culpa foi dos outros que não nos deixaram jogar (!), não tivemos a sorte do nosso lado (...), e lá vamos ficar a depender dos resultados dos outros para fazermos contas à vida.
O Ronaldo (agora CR7), com a fluidez estonteante do seu discurso adiantou : "o futebol é assim mesmo".
E é.
Pelo menos, desta vez, a culpa não foi do àrbitro.
Vou esperar pelo "jogo da noite" entre o Brasil e a Coreia do Norte para tentar "lavar os olhos"...

Tuesday, September 15, 2009

Meu caro blogue,
Estou em divida para contigo, eu sei...
E já não é a primeira vez...
Tu és apenas um blogue...
Fui eu que te fiz e, no entanto, exiges atenção como fosses uma espécie de filho adoptivo.
Disse, disse que explicava porque é que o resultado do desafio de futebol entre a selecção que fizeram de jogadores com nacionalidade portuguesa e a selecção entre jogadores com a naturalidade húngara não me tinha feito dar saltos de alegria...
Agora estou "lixado"... depois da "Múmia", digo; Manuela Ferreira Leite, nos ter envergonhado a todos junto aos "nuestros hermanos" os meus argumentos podem ser mal entendidos.
Mal ou bem cá vai: em primeiro lugar entendo que a selecção nacional não só deve ser representada por jogadores nacionais (portugueses, portanto) como, e isto é muito importante para mim, deve representar o futebol que se joga em cada país.
Não acredito que o Liedson se sinta português. Nem o pepe, nem tão pouco o Deco.
Sentir, sentir, mesmo.
Achei repugnantemente oportunista o "timming" da nacionalização do "levezinho" e da sua posterior estreia na selecção.
Acho que foi triste ver o nosso (nosso?) seleccionador, Carlos Queiroz, a fingir durante a primeira parte do jogo, que o Liedson não fazia falta... até sentir os tomates apertados. desculpe-me a expressão.
Depois, foi claro para todos, até para o acéfalo do Rui Santos, que o Queiroz , em desespero (money, money) jogou a cartada que não queria e ficou sem o tal esquema de jogo...
E foi tudo uma trêta.
Confesso, com tristeza, que preferia que Portugal tivesse perdido. Assim o Queiroz voltava para as Arábias, e podia ser que arranjassem alguém, com fibra, com inteligência e que, com tempo, construísse uma verdadeira selecção nacional de futebol.
Como as coisas ficaram, pelo amor de Deus! - Já todos vimos e revimos esse filme... em vez de futebol, contabilidade, em vez de garra, faducho do mais lamechas...
podíamos ter sido poupados a mais este "enterro" sem honra nem glória.
Pronto. Já cumpri com o prometido.
Agora devia escrever um pouco sobre o assunto do momento - a campanha eleitoral e os respectivos debates televisivos...
Devia mas não o vou fazer.
pelo menos hoje que já se me acabaram os "guronsans". Fica para amanhã.

Saturday, September 15, 2007

Scolari e os outros...


Se me dão licença aqui fica a minha opinião sobre o "tsunami de hipocrisia" que a atitude do nosso seleccionador nacional de futebol, no final do jogo contra a Sérvia, provocou.

O que o "Felipão" fez foi errado. Estamos todos de acordo, incluindo o próprio que já se retratou publicamente. Ponto final.

A atitude de Scolari deve ser punida segundo as regras da UEFA.
Estamos todos de acordo, incluindo o próprio que assumiu a responsabilidade do seu acto e declarou publicamente estar preparado para as eventuais e previsíveis consequências. Ponto final.

Até aqui estou na esfera do senso comum, por mais abstracto e disparatado que esse conceito seja nos dias que correm... ou, se preferirem no "politicamente correcto".

Agora vou ser "politicamente honesto":
Em primeiro lugar não me admirou a onda de contestação e de incriminação que se seguiu. Scolari é "teso", desde que aqui chegou nunca se submeteu às vontades ou às pressões dos grandes criminosos do futebol, Pinto da Costa incluído.
Tem carácter e já o demonstrou em diversos momentos.
Defendeu e lutou por Portugal como não me lembro de algum seleccionador o ter feito.

A única ilação que tirei do sucedido nessa noite infeliz foi, afinal, uma constatação;
Luiz Felipe Scolari é um ser humano. Tem sonhos, ilusões, desilusões, ri, grita, chora, ama, odeia e não esconde as suas contradições.

Fiquei, confesso, a gostar ainda mais deste homem que também já me fez gritar de alegria.
Tenho pena que os "abutres" que pairam sobre o futebol (e um pouco sobre tudo) se achem intocáveis e virtuosos. Vieram logo "a correr" apontar o dedinho "fascisoide" para se auto promoverem.

A começar pelo miserável (a propósito, de onde saiu esse corno-manso?) pseudo comentador desportivo a quem foi dado à nascença o nome de Rui Santos?!...
Para mim, um ex-líbris dos intelectualóides bacôcos e frustrados que dominam uma geração inteira, atrás de uns pesados óculos de massa...
Um palhaço triste que se esforça por decorar todas as palavras "caras" para adornar os seus miseráveis comentários.

A acabar em Sua Exª o Professor Cavaco Silva, presidente desta pobre República em acelerada decadência de valores.
Como se impunha "desceu ao relvado" para cuspir uma sensura "presidencial" à atitude de Scolari.

Só tenho pena que o murro que Scolari esboçou não tenha acertado em cheio na tromba da vítima. Ao menos o homem tinha a fama e o proveito...

Um recadinho para os "puros e virgens": Portugal precisa muito mais de Luiz Felipe Scolari do que ele precisa de nós. Por muita Xenofobia que atrofie essas cabecinhas tontas.

Queria acabar com um palavrão, mas não encontrei nenhum suficientemente contundente.


Talvez esta imagem sirva...

Monday, May 04, 2015

"Play-Off, um "Banho de Cultura"...



"Play-Off, um "Banho de Cultura"...

Esta fotografia foi por sorte (o imperceptível - aos nossos olhos - momento entre dois fotogramas). Já o inenarrável Rui Santos não anda lá, com certeza, há tantos anos, a regurgitar mediocridade para cima dos incautos telespectadores por mera sorte. Pergunto-me que raio de "cunhas" ou de "favores prestados" terá essa criatura...


Sunday, January 22, 2012

Domigo, 22 de Janeiro de 2012



A "BOA NOTÍCIA":
Frederico Gil bate novo recorde em Melbourne

Marta Talhão
20/01/12 00:05

Tenista português fez história ao chegar à terceira ronda do Open da Austrália.

A pequena aldeia de Algezares, na província espanhola de Múrcia, acolheu, em 2004, um torneio de categoria Future. Na última ronda da fase de qualificação, Frederico Gil, então com 18 anos e ainda fora do top-1.000 mundial, foi derrotado pelo espanhol Marcel Granollers. Seria o primeiro de uma série de nove encontros que, na madrugada de quarta para quinta-feira, culminou, na cosmopolita Melbourne, com a vitória (6-3, 4-6, 6-4 e 6-3) que faz de Gil o único tenista português - Michelle Brito obteve semelhante feito em Roland Garros 2009 - a ter alcançado a terceira ronda de um torneio do Grand Slam. Com esta proeza assegura 44 mil euros na prova australiana.

A vitória de Gil - actual 107º colocado no ranking da ATP - sobre Granollers, 28º melhor tenista do Mundo, acontece um ano depois de, no mesmo palco, o tenista português ter conseguido a primeira vitória da carreira no quadro principal de um torneio ‘major' após nove tentativas frustradas. Citado pela assessoria de imprensa, Frederico Gil afirmou estar "bastante contente" por mais um recorde batido e enalteceu o apoio que recebeu do público presente no court 7 de Melbourne Park: "O ambiente esteve excelente, com muitos portugueses a apoiarem-me", disse.

Apesar de ter perdido a posição de nº 1 nacional para Rui Machado, Gil, que desde o final de 2011 é treinado pelo espanhol Juan Esparcia, está já familiarizado com a "arte" de bater recordes nacionais. No ano passado, em Monte Carlo, foi o primeiro a chegar aos quartos-de-final de um Masters 1000. E em 2010 tornara-se no primeiro tenista nacional a disputar, no Estoril Open, a final de um torneio ATP. Agora, para seguir em frente, Gil tem um complicado desafio para superar: o nº6 mundial Jo-Wilfried Tsonga, finalista vencido do Open da Austrália em 2008. 


A "MÁ NOTÍCIA": 
Faliram mais de dez empresas por dia e 2012 será ainda pior

Margarida Peixoto
22/01/12 09:43

Número de falências disparou 14% no ano passado em Portugal. A S&P acrescenta que cenário vai piorar na Europa.

No ano passado faliram, em média, mais de dez empresas por dia em Portugal, divulgou ontem a seguradora Crédito y Caución. E as perspectivas para este ano são ainda mais negras: no mesmo dia, a Standard & Poor's (S&P) publicou um relatório onde dá conta de um risco mais elevado de falências em toda a Europa.

Ao longo do ano passado houve 4.731 empresas a declarar insolvência judicial, mais 14% do que o valor registado em 2010. O aumento, explica a Crédito y Caución, esteve sobretudo relacionado com a forte queda do consumo privado. "A situação revelou-se mais grave nas empresas comerciais, já que as empresas industriais, orientadas em grande medida para a exportação, mostraram uma maior resistência à actual crise económica", explica Paulo Morais, director da seguradora para Portugal e o Brasil.

Os dados mostram que o maior número de falências foi registado nos serviços, seguidos pela construção e pelo segmento do têxtil (ver tabela). Já a siderurgia e o segmento dos brinquedos registaram menos casos. Ao longo do ano, o quarto trimestre foi o mais difícil para os empresários: entre Outubro e Dezembro 1.301 empresas declararam insolvência.

Para 2012, as expectativas são negras. No mesmo dia em que os dados de insolvências em Portugal foram conhecidos, a agência de ‘rating' S&P publicou um estudo onde explica por que razão as previsões de falências de empresas na Europa são mais elevadas este ano. "Primeiro, porque as perspectivas de actividade na Europa sofreram um revés para o pior, com a expectativa de pelo menos uma recessão modesta na primeira metade do ano", explica o documento. "Segundo, porque a normalização gradual dos mercados de crédito e de dívida que se vinha a verificar desde o Verão de 2009 foi interrompida abruptamente em meados do ano passado, depois de um novo aperto do financiamento bancário", continua o documento. E por fim, porque "a maturidade dos empréstimos se está a aproximar e os bancos sentem cada vez mais pressão para melhorar a qualidade dos seus activos", remata.

Na quarta-feira, a agência de ‘rating' Moody's também já tinha estimado um aumento das falências em Portugal, Espanha, Itália e Grécia, de acordo com um relatório citado pelo jornal espanhol Expansión. Tendo em conta o cenário de contracção económica, será de esperar um impacto mais forte nas pequenas e médias empresas destes países, adiantou a agência.

Ainda assim, os empresários nacionais procuram manter o optimismo. António Sousa, administrador da Americana, uma empresa que opera no segmento de papelaria, livraria e outros equipamentos, reconhece que este ano "será difícil", mas está confiante de que "não será trágico" para o seu negócio. "Todas as notícias tornam mais complicado o consumo, vai calhar menos negócio a todos", antecipa. Além do corte nas compras, "os bancos não estão a emprestar dinheiro; tem diminuído o crédito", explica, acrescentando que a empresa "teve de fazer seguros de crédito" para os clientes com quem trabalha neste regime, o que "aperta as margens de lucro".

Já para José Pedro Salema, administrador da Agrogestão - uma empresa que gere e produz software para o ramo agrícola, e presta consultoria - o negócio está garantido pelo menos até 2013. "Estamos mais dependentes dos ciclos de apoios comunitários do que da economia real", explica. É que a Agrogestão encontra soluções para empresas agrícolas, mas é paga por fundos europeus, pelo que tem receita garantida até terminar o actual programa do QREN, 2007-2013.

No resto da Europa, os principais índices bolsistas corrigiram dos máximos de cinco meses e meio. De acordo com 'traders', os investidores aproveitaram os ganhos recentes para realizarem mais-valias e ajustarem posições, o que terá motivado os deslizes de hoje, mesmo apesar das expectativa de que a Grécia está perto de chegar a acordo com os credores privados sobre o perdão à sua dívida e assim evitar entrar em incumprimento. Pantelis Kapsis, o porta-voz do Governo helénico, disse hoje que credores privados e Atenas estão perto de chegar a um acordo quanto à reestruturarão de parte importante da dívida soberana grega.

Do outro lado do Atlântico, Wall Street também seguia com sinal negativo, depois de várias empresas como a Google, a General Electric e a American Express terem apresentado resultados que ficaram abaixo das estimativas dos analistas no quatro trimestre de 2011.

Por Lisboa, as acções da Jerónimo Martins somaram 2,57% até aos 12,97 euros, ao mesmo tempo que a PT progrediu 0,72% para valer 4,18 euros.

Com sinal negativo fecharam os títulos dos bancos, num dia em que as instituições europeias entregam aos reguladores os seus planos de recapitalização para cumprirem o rácio de capital mínimo de 9% até Junho.

Por Lisboa, as acções do BES recuaram 3,73% para 1,318 euros, depois de terem avançado mais de 5% na sessão de ontem. No mesmo sentido, o BCP e o Banif cederam mais de 1%, enquanto o BPI avançou 0,38%. O Diário Económico avançou hoje que Carlos Santos Ferreira e Fernando Ulrich vão recorrer a capital público para fortalecer os bancos que lideram. O índice da Bloomberg para o sector europeu ganhou 1%.