As recentes eleições Presidenciais no Brasil deixaram o mundo e particularmente os políticos estupefactos com o fenómeno da popularidade (traduzida em votos - mais de 1 milhão) do candidato e eleito deputado"Palhaço Tiririca", alegadamente iletrado, pretexto para que agora seja posta em causa a validade da sua "palhaçada".
É, para mim, evidente, que Tiririca é já há muito um homem popular e querido entre os seus concidadãos no Rio de Janeiro, popularidade conquistada pela proximidade e pela empatia que gera entre essas pessoas.
Tiririca é evidentemente um homem inteligente que satiriza, no fundo os políticos que, não se vestindo de palhaços o são aos olhos de toda a gente.
Satiriza a classe politica repleta de títulos académicos e distinções importantes mas que agem e reagem com um profundo desconhecimento das necessidades e das prioridades de quem os elege.
É, para mim, evidente, que Tiririca é já há muito um homem popular e querido entre os seus concidadãos no Rio de Janeiro, popularidade conquistada pela proximidade e pela empatia que gera entre essas pessoas.
Tiririca é evidentemente um homem inteligente que satiriza, no fundo os políticos que, não se vestindo de palhaços o são aos olhos de toda a gente.
Satiriza a classe politica repleta de títulos académicos e distinções importantes mas que agem e reagem com um profundo desconhecimento das necessidades e das prioridades de quem os elege.
Palhaço Português. (Foto: Gad, 2004 - post "O Circo, 19-02-2009)
Em Portugal observamos presentemente uma autêntica Palhaçada que tem como protagonistas o Primeiro-ministro (P.M.) e o líder do maior partido da Oposição (P.C.), qual Claudinei & Batatinha...A aprovação ou não do Orçamento de Estado é, e será com mais intensidade nos próximos tempos, o cenário preferencial para a actuação desses "artistas".
O (P.M.) agita-se no palco, desfazendo-se em números ridículos para conquistar ao público os aplausos de que tanto depende para (sobre) viver...
(P.C.) é o "Palhaço Mau"... Gira em volta de (P.M.) dando-lhe, volta e meia, uma martelada na cabeça, seguida de um exagerado "aperto de mão", empatando aparentemente com seu parceiro no nº e intensidade dos aplausos.
Como é evidente acho notável, mas simultaneamente decadente e impróprio para a credibilidade e funcionamento da Democracia, o fenómeno "Tiririca".
Do mesmo modo que vejo com profundo desgosto e crescente preocupação a actuação, em Portugal da Classe Politica nomeadamente a da "dupla do momento" (P.M / P.C.).

