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Thursday, June 14, 2012
Thursday, March 29, 2012
Morre escritor Millôr Fernandes aos 87 anos
(Fotografia: Iarli Goulart / AE)
Escritor e desenhista teve falência múltipla de orgãos
Morreu na noite dessa terça-feira, dia 27, no Rio de Janeiro, o escritor carioca Millôr Fernandes. Ele tinha 87 anos e teve falência múltipla de órgãos em sua casa.
Segundo o jornalista da Band Ricardo Boechat, que conversou com o filho de Millôr, Ivan Fernandes, o corpo do escritor permanecerá hoje em uma funerária e será velado nesta quinta-feira, dia 29, a partir das 10h, no cemitério Memorial do Carmo, no Caju, zona portuária da capital. Em seguida, às 15 h, o corpo será cremado.
esta regra também tem exceção e deve haver, perdida por aí,
uma regra absolutamente sem exceção."
"Esta é a verdade: a vida começa quando a gente compreende que ela não dura muito."
"A única diferença entre a loucura e a saúde mental é que a primeira é muito mais comum."
"Se você agir sempre com dignidade, pode não melhorar o mundo, mas uma coisa é certa: haverá na Terra um canalha a menos."
O que me apavora é essa esperança."
(Pensamentos e frases de Millôr Fernandes - fonte)
OPINIÃO O DIA MAIS TRISTE DAS FRASES EM PORTUGUÊS
por Ferreira Fernandes
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Saturday, March 24, 2012
Morreu Chico Anysio
O humorista brasileiro Chico Anysio morreu hoje (ontem) aos 80 anos de idade devido a problemas cardíacos, anunciou o Hospital Samaritano, no Rio de Janeiro.
Anysio, conhecido pelos mais de 200 personagens que criou, como o professor Raimundo e o vampiro Bento Carneiro, estava internado desde 22 de dezembro devido a uma hemorragia digestiva que foi seguida de infeção pulmonar e complicações renais.
Em 65 anos de carreira, Chico Anysio tornou-se um dos maiores humoristas do Brasil, com destaque na televisão, no teatro, no cinema e na rádio. Deixa mulher e oito filhos
Friday, March 09, 2012
Emigração - O "Plano "B".
O "Plano B".
... De Brasil, de Brasília;
A emigração, a Imigração e Portugal são familiares e transversais a várias gerações.
Sobre este tema serei muito objectivo, poupando-me a teses relativamente complicadas ou a opiniões dificilmente concretizáveis em poucas palavras.
Por isso, limitar-me-ei aos factos, ao contexto da emigração nos dias que correm, e à minha opinião sobre esse paradigma.
Há distintas razões para hoje se pensar em emigrar.
Razões substancialmente diferentes daquelas que estiveram na origem dos grandes e históricos fluxos de emigração no passado.
Hoje, com o governo que temos, com a acelerada diminuição das perspectivas de futuro da generalidade dos jovens recém-formados, com a brutal percentagem de desemprego (sobretudo entre os jovens), emigrar é necessariamente o "Plano B".
As estatísticas são contundentes... os nossos "cérebros" estão a fugir deste Portugal em profundo retrocesso rumo ao obscurantismo e ao clientelismo.
Qualquer "puto" de 16 anos com "dois dedos de testa" já percebeu que aqui não tem futuro.
A "geração dos 40", enfrenta, por outro lado, um esvaziamento violento da sua condição; licenciados, com alguma experiência de trabalho e até de liderança, concorrem agora para "vagas" que nada têm a ver com as suas qualificações, capacidades ou ambições, em troca de um salário de 600€ mensais...
Contudo não é só o empobrecimento da "ex-classe média" e o seu desespero que motiva os portugueses para a procura de ambientes "mais saudáveis."
Há outras razões que foram também, no passado, razões decisivas para a emigração; as que estão relacionadas com o inconformismo, com a oposição a um estado absolutista e ganancioso, as questões políticas.
É nesse âmbito que começo a sentir-me compelido a emigrar... mais tarde ou mais cedo. Parece-me inevitável procurar um sítio onde possa respirar.
Como qualquer pessoa que pense, que ouse, também eu tenho um "Plano B".
Apesar de possuir uma dupla nacionalidade - portuguesa e angolana - Angola está, por enquanto fora das minhas conjecturas. Ir para Angola, para mim, e apesar das muitas facilidades que a condição de angolano me proporciona está absolutamente fora de causa.
Angola não é, por enquanto, na verdade, um Estado de Direito Democrático consistente. O respeito pelos Direitos Humanos é, por enquanto, em terras angolanas, uma mera abstracção, o fosso social entre os "poderosos" e o povo é uma permanente e violenta agressão.
Essa não é, portanto, mesmo em tese, uma solução viável para mim.
Há, contudo outras possibilidades teóricas; os países da Europa do Norte (ávidos de técnicos superiores), as restantes ex-colónias portuguesas (...voltamos ao mesmo...) e o Brasil.
Não conheço o Brasil. Pessoalmente, claro está.
No entanto talvez seja dos Países de Língua Oficial portuguesa o que melhor conheço. Porque tem evoluído politicamente e socialmente num sentido claramente positivo, porque tem uma economia relativamente próspera, porque é grande, diverso e rico em cultura e em ambientes.
Tenho, por isso, dedicado algum tempo a estudar esse país "irmão". Com a dedicação com que estudo muitos outros assuntos que despertam a minha vontade de conhecer melhor.
Pesquiso, leio e registo nos meus inseparáveis "moleskines". Brasil, Brasília... ou, talvez outro sítio qualquer. Imperativo para a minha sanidade mental começa mesmo a ser sair desta "terra de ninguém".
"Páginas dos meus cadernos"
Gonçalo Afonso Dias, 03-2012
Fotografia: Gonçalo Afonso Dias
Friday, February 24, 2012
Saturday, January 14, 2012
Boa Noite.
Já tive mulheres de todas as cores,
De várias idades, de muitos amores.
Com umas até certo tempo fiquei.
Prá outras apenas um pouco me dei.
Já tive mulheres do tipo atrevida,
Do tipo acanhada, do tipo vivida.
Casada carente, solteira feliz.
Já tive donzela e até meretriz.
Mulheres cabeça e desequilibradas.
Mulheres confusas, de guerra e de paz,
Mas nenhuma delas me fez tão feliz
Como você me faz.
Procurei em todas as mulheres a felicidade,
Mas eu não encontrei e fiquei na saudade.
Foi começando bem, mas tudo teve um fim.
Você é o sol da minha vida, a minha vontade.
Você não é mentira, você é verdade.
É tudo o que um dia eu sonhei prá mim.
Já tive mulheres de todas as cores,
De várias idades, de muitos amores.
Com umas até certo tempo fiquei.
Prá outras apenas um pouco me dei.
Já tive mulheres do tipo atrevida,
Do tipo acanhada, do tipo vivida.
Casada carente, solteira feliz.
Já tive donzela e até meretriz.
Mulheres cabeça e desequilibradas.
Mulheres confusas, de guerra e de paz,
Mas nenhuma delas me fez tão feliz
Como você me faz.
Procurei em todas as mulheres a felicidade,
Mas eu não encontrei e fiquei na saudade.
Foi começando bem, mas tudo teve um fim.
Você é o sol da minha vida, a minha vontade.
Você não é mentira, você é verdade.
É tudo o que um dia eu sonhei prá mim.
Procurei em todas as mulheres a felicidade,
Mas eu não encontrei e fiquei na saudade.
Foi começando bem, mas tudo teve um fim.
Você é o sol da minha vida, a minha vontade.
Você não é mentira, você é verdade.
É tudo o que um dia eu sonhei prá mim.
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Wednesday, January 11, 2012
Você é linda
(para ti, Susana)
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Wednesday, December 21, 2011
Emigração - Passos ataca, Relvas defende...
"Emigram cada vez mais para Angola."
Porém...
"Apesar de serem conhecidos pela herança de miscenização étnica e cultural, dos casamentos mistos e da actual legislação punir racismo e discriminação, um em cada cinco portugueses são racistas."
E não sou eu que o digo...
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Saturday, December 17, 2011
104! Parabéns Arquiteto!
Oscar Ribeiro de Almeida de Niemeyer Soares (Rio de Janeiro, 15 de dezembro de1907) é um arquiteto brasileiro, considerado um dos nomes mais influentes na Arquitetura Moderna internacional. Foi pioneiro na exploração das possibilidades construtivas e plásticas do concreto armado.
Seus trabalhos mais conhecidos são os edifícios públicos que desenhou para a cidade de Brasília. Filho de Oscar de Niemeyer Soares e Delfina Ribeiro de Almeida, Oscar Niemeyer nasceu no bairro de Laranjeiras, na rua Passos Manuel, que receberia no futuro o nome de seu avô Ribeiro de Almeida, ministro do Supremo Tribunal Federal. Niemeyer foi profundamente marcado pela lisura na vida pública do avô, que como herança os deixou apenas a casa em que morava e cuja regalia era uma missa em casa aos domingos.
Niemeyer passa a sua juventude sem preocupações e na boêmia, frequentando o Café Lamas, o clube do Fluminense e a Lapa. Em suas palavras: "parecia que estávamos na vida para nos divertir, que era um passeio." Em 1928, aos 21 anos, casou-se com Anita Baldo, 18 anos, filha de imigrantes italianos da província de Pádua.
A cerimônia de casamento na igreja do bairro atendeu aos desejos da noiva. "Casei por formalidade. Mais católica do que minha esposa é impossível, então não me incomodei em casar dessa forma". O casamento foi no mesmo ano da formatura no ensino médio. O casal teve somente uma filha, Anna Maria Niemeyer, que deu cinco netos, treze bisnetos e quatro trinetos ao arquiteto. Casado, Oscar troca a vida boêmia pelo trabalho na tipografia do pai. Resolve retomar os estudos. Em1929, ingressa na Escola Nacional de Belas Artes, de onde saiu formado como arquiteto e engenheiro, em 1934. Desde sempre idealista, mesmo passando por dificuldades financeiras, decide trabalhar sem remuneração no escritório de Lúcio Costa e Carlos Leão.
Não lhe agradava a arquitetura comercial vigente e viu no escritório de Lúcio Costa uma oportunidade para aprender e praticar uma nova arquitetura. Viúvo desde 2004, casou-se em novembro de 2006, com sua secretária, Vera Lúcia Cabreira, de 60 anos. Até 23 de setembro de 2009, quando foi internado, passando em seguida por duas cirurgias, para retirada da vesícula e de um tumor do cólon, o arquiteto costumava ir todos os dias ao seu escritório em Copacabana, onde trabalhava no projeto Caminho Niemeyer, em Niterói, um conjunto de nove prédios de sua autoria. Até outubro de 2009, Niemeyer permaneceu internado no mesmo hospital, no Rio de Janeiro. Em 25 de abril de 2010, foi novamente internado, apresentando um quadro de infecção urinária.
O arquiteto deveria participar do lançamento da edição especial da revista "Nosso Caminho", no dia 27 de abril, em homenagem aos 50 anos de Brasília. A festa foi cancelada. Posições político-ideológicas A luta política é uma das questões que sempre marcaram a vida e obra de Oscar Niemeyer. Em 1945, já um arquiteto conhecido, conheceu Luís Carlos Prestes e filiou-se ao Partido Comunista Brasileiro (PCB).
Niemeyer emprestou a Prestes a casa que usava como escritório, para que este montasse o comitê do partido. Sempre foi um forte defensor de sua posição como stalinista. Durante alguns anos da ditadura militar do Brasil autoexilou-se na França. Um ministro daAeronáutica da época diria que "lugar de arquiteto comunista é em Moscou".Visitou a União Soviética, teve encontros com diversos líderes socialistas e foi amigo de alguns deles. Em 2007 presenteou Fidel Castro com uma escultura de caráter antiamericano: uma figura mostruosa ameaçando um homem que se defende empunhando uma bandeira de Cuba. Em seu discurso de 2007, onde Fidel fala em aposentadoria, faz referência ao amigo Niemeyer: "Penso, como (o arquiteto brasileiro Oscar) Niemeyer, que se deve ser consequente até o final". Esta frase foi repetida em sua carta de renúncia de 18 de fevereiro de 2008.
"Não me sinto importante. Arquitetura é meu jeito de expressar meus ideais: ser simples, criar um mundo igualitário para todos, olhar as pessoas com otimismo. Eu não quero nada além da felicidade geral",
Apesar do discurso comunista, da fama de ser desapegado de dinheiro e pródigo, de ter doado diversos projetos e não ter acumulado fortuna, seus projetos custam altas cifras ao Estado: em 2007, cobrou 7 milhões de reais pelo projeto da nova sede do Tribunal Superior Eleitoral, em Brasília, tendo sua empresa recebido 33,5 milhões de reais do governo federal, entre 1996 e 2008, apenas por projetos de obras em Brasília.
Biography of Oscar Niemeyer
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Monday, December 05, 2011
Thursday, October 07, 2010
Tiririca e outros Palhaços que não se vestem como ele.
As recentes eleições Presidenciais no Brasil deixaram o mundo e particularmente os políticos estupefactos com o fenómeno da popularidade (traduzida em votos - mais de 1 milhão) do candidato e eleito deputado"Palhaço Tiririca", alegadamente iletrado, pretexto para que agora seja posta em causa a validade da sua "palhaçada".
É, para mim, evidente, que Tiririca é já há muito um homem popular e querido entre os seus concidadãos no Rio de Janeiro, popularidade conquistada pela proximidade e pela empatia que gera entre essas pessoas.
Tiririca é evidentemente um homem inteligente que satiriza, no fundo os políticos que, não se vestindo de palhaços o são aos olhos de toda a gente.
Satiriza a classe politica repleta de títulos académicos e distinções importantes mas que agem e reagem com um profundo desconhecimento das necessidades e das prioridades de quem os elege.
É, para mim, evidente, que Tiririca é já há muito um homem popular e querido entre os seus concidadãos no Rio de Janeiro, popularidade conquistada pela proximidade e pela empatia que gera entre essas pessoas.
Tiririca é evidentemente um homem inteligente que satiriza, no fundo os políticos que, não se vestindo de palhaços o são aos olhos de toda a gente.
Satiriza a classe politica repleta de títulos académicos e distinções importantes mas que agem e reagem com um profundo desconhecimento das necessidades e das prioridades de quem os elege.
Palhaço Português. (Foto: Gad, 2004 - post "O Circo, 19-02-2009)
Em Portugal observamos presentemente uma autêntica Palhaçada que tem como protagonistas o Primeiro-ministro (P.M.) e o líder do maior partido da Oposição (P.C.), qual Claudinei & Batatinha...A aprovação ou não do Orçamento de Estado é, e será com mais intensidade nos próximos tempos, o cenário preferencial para a actuação desses "artistas".
O (P.M.) agita-se no palco, desfazendo-se em números ridículos para conquistar ao público os aplausos de que tanto depende para (sobre) viver...
(P.C.) é o "Palhaço Mau"... Gira em volta de (P.M.) dando-lhe, volta e meia, uma martelada na cabeça, seguida de um exagerado "aperto de mão", empatando aparentemente com seu parceiro no nº e intensidade dos aplausos.
Como é evidente acho notável, mas simultaneamente decadente e impróprio para a credibilidade e funcionamento da Democracia, o fenómeno "Tiririca".
Do mesmo modo que vejo com profundo desgosto e crescente preocupação a actuação, em Portugal da Classe Politica nomeadamente a da "dupla do momento" (P.M / P.C.).
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Sunday, October 03, 2010
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