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Saturday, March 30, 2013
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Wednesday, January 16, 2013
"PÁGINAS DOS MEUS CADERNOS" - EXPOSIÇÃO DE DESENHO DE GONÇALO AFONSO DIAS
Dia 19 de Janeiro às 21:30h
(Localização)
Rua Dr. Neves Elyseu, 2780-345 Oeiras (Junto à Igreja de Oeiras - Largo 5 de Outubro - e aos Bombeiros Voluntários de Oeiras.
Dady dará voz a esta inauguração acompanhada ao piano por Pedro de Faro
Organização de Luchapa - Associação Artística e Cultural
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Tuesday, November 27, 2012
Thursday, November 08, 2012
Saturday, October 27, 2012
Maria Morbey - Jazz - Divulgação
Fotografias e edição: Gonçalo Afonso Dias, 10/2012
Maria Morbey é licenciada em Psicologia Aplicada - ramo Psicologia Clínica, pelo ISPA. Maria estudou canto lírico e jazz e nos últimos anos tem colaborando com os vários serviços educativos do país na criação de objectos artísticos em que abordagem psicossomática à arte é uma constante. O trabalho com universo infantil surge por um acaso da vida, no entanto é um universo que considera frutífero para a aproximação das gerações na apreciação da Arte, exemplo disso é o projecto “Banjazz, um bichinho esquisito” (encomenda para o CCB/Fábrica das Arte) em que é responsável pela concepção, direcção artística e interpretação. Na performance músical, Maria Morbey intitula “Lua à Janela” o seu projecto de vida em que interage com os músicos numa lógica de comunicação que vai para além da música em si, viaja pela poesia e revela-se numa encenação estéctica cuidada e emocional. Nesta Gala Maria Morbey será acompanhada pelo pianista Emílio Robalo e pelo contrabaixista João Custódio. Surgirá como convidado especial o conhecido músico J.P. Simões com quem preparou um dueto para o efeito
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Friday, September 21, 2012
Palácio do Egipto, "Chá da Barra" - Quintas de Jazz com "A'BES APES" - Miguel Daupias e David Sawdavis
O texto virá depois porque muito tenho para escrever sobre mais esta iniciativa cultural promovida pela LUCHAPA ("Sábados do Mundo") que ocorreu no "CHÁ DA BARRA" no último Sábado, 15 de Setembro.
Por agora deixo as fotografias que dizem muito da festa que ali aconteceu...
MIGUEL DAUPIAS
DAVID SAWDAVIS
UM ESPECTÁCULO DENTRO DO ESPECTÁCULO...
OS AMIGOS DA LUCHAPA E A FESTA...
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Sunday, September 16, 2012
As "Noites Mágicas"
As "noites mágicas" no Chá da Barra sucedem-se ao ritmo do enorme desejo que a LUCHAPA tem de animar culturalmente Oeiras, de divulgar e dar oportunidades a Músicos, a Cineastas, a artistas, enfim. Contra muitos "velhos e velhas do Restêlo" cujo imaginário intelectual e cultural se resume a "ficar em casa a ver (má) televisão.
Passam-lhes, por isso, ao lado grandes eventos, grandes iniciativas. Passa-lhes ao lado a VIDA...
Tenho procurado registar esses momentos únicos, sempre diferentes e sempre inspiradores. Mas estou atrasado... É "muito andamento" o da Luchapa e o do Armando!!!
Contudo aqui deixo dois apontamentos dos mais recentes eventos («5ªs com Jazz»- com a Maria Morbey, no passado dia 13 de Setembro e «Sábados do Mundo», ontem, que fotografei e que publicarei integralmente, muito em breve, no meu blogue "Gonçalo Afonso Dias - Artes e Ofícios (http:// goncaload-artes.blogspot.pt/) e na minha página no FB (http://facebook.com/ goncalo.afonsodias.)
Um abraço a todos e parabéns Luchapa!
Passam-lhes, por isso, ao lado grandes eventos, grandes iniciativas. Passa-lhes ao lado a VIDA...
Tenho procurado registar esses momentos únicos, sempre diferentes e sempre inspiradores. Mas estou atrasado... É "muito andamento" o da Luchapa e o do Armando!!!
Contudo aqui deixo dois apontamentos dos mais recentes eventos («5ªs com Jazz»- com a Maria Morbey, no passado dia 13 de Setembro e «Sábados do Mundo», ontem, que fotografei e que publicarei integralmente, muito em breve, no meu blogue "Gonçalo Afonso Dias - Artes e Ofícios (http://
Um abraço a todos e parabéns Luchapa!
MARIA MORBEY
A'BES APES - MIGUEL DAUPIAS E DAVID SAWDAVIS
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Sunday, August 26, 2012
Pedro de Faro
Fotografias: Gonçalo Afonso Dias, Oeiras, 08/2012
Guitarrista clássico de rara sensibilidade, Pedro de Faro desenvolveu a sua carreira como músico, arranjador e compositor, tendo também introduzido com sucesso a guitarra portuguesa na música moderna nacional. Assim, em 1992, com a sua banda “Ravel”, recebeu o Grande Prémio do Disco da Rádio Renascença com o primeiro CD “Quimeras”, pela editora Polygram. (ver YouTube – RAVEL Toques do Infinito)
Participou também com a guitarra portuguesa na produção e arranjos do CD “À Sombra da Figueira”, pela editora BMG, do guitarrista clássico alemão Fredo Mergner do grupo “Resistência”.
Ocasionalmente participa nos concertos do “Coro de St.º Amaro de Oeiras”.
Foi Director de Produção da Orquestra Sinfónica Portuguesa no Teatro Nacional de S. Carlos e Animador Cultural do Departamento de Cultura – Música – da Câmara Municipal de Oeiras.
Assim, Pedro trabalhou com diversos projetos, músicos e maestros nacionais e internacionais, com os quais desenvolveu o seu estilo muito próprio.
Estudou durante algum tempo o fado tradicional, explorando sempre novas sonoridades, tendo acompanhado a cantora japonesa Mio Matsuda em concertos e o cantor Tó Cruz em digressão pelas ilhas de Cabo Verde onde, mais uma vez, trabalhou na fusão de sonoridades.
Atua regularmente a solo e em sessões de poesia no “Chá da Barra”, Palácio do Egipto, em Oeiras.
Paralelamente com as suas actuações e produções, tem desenvolvido a sua carreira como professor de música e de guitarra clássica, seu principal instrumento de estudo.
Propõe agora as suas “mágicas” sonoridades para vosso deleite ... “ESTÓRIAS PARA GUITARRAS”
Guitarist of wide and rare sensibility, Pedro de Faro developed his career as a musician, arranger and composer, having successfully introduced the national traditional instrument, the portuguese guitar, into modern music. With his band “Ravel”, the first album “Quimeras”, released by Polygram, received an award in 1992 as Record Of The Year, granted by one of the most important radio stations in Portugal (Rádio Renascença). (YouTube – RAVEL Toques do Infinito)
He has also participated as producer and arranjer in the portuguese guitar in the album “À Sombra da Figueira”, of the german classical guitarrist Fredo Mergner (BMG).
Ocasionally, he also plays with the popular portuguese choir “Coro de St.º Amaro de Oeiras”.
He also worked as Production Manager of the Portuguese Symphony Orquestra and as Cultural Animator for the Cultural Department of the Council House of Oeiras.
Pedro has worked with many other artists, singers, composers and conducters, with which has developed his own talent and style.
He has studied for some time the traditional portuguese song (fado), always exploring new sounds and approaches to his instrument, and has acompanied the japanese singer Mio Matsuda in concert and the singer Tó Cruz, visiting the Cape Vert Island, always in search of fusion new sonorities.
He perfoms regulary in concert and poetry sessions at “Chá da Barra”, Palace of Egipt – Oeiras, and is developing a career in teaching music and classical guitar.
He now proposes his “magic” sonorities for your enjoyment … “STORIES FOR GUITARS”
Biografia completa 2012: Pedro de Faro em Notas / Facebook
He also worked as Production Manager of the Portuguese Symphony Orquestra and as Cultural Animator for the Cultural Department of the Council House of Oeiras.
Pedro has worked with many other artists, singers, composers and conducters, with which has developed his own talent and style.
He has studied for some time the traditional portuguese song (fado), always exploring new sounds and approaches to his instrument, and has acompanied the japanese singer Mio Matsuda in concert and the singer Tó Cruz, visiting the Cape Vert Island, always in search of fusion new sonorities.
He perfoms regulary in concert and poetry sessions at “Chá da Barra”, Palace of Egipt – Oeiras, and is developing a career in teaching music and classical guitar.
He now proposes his “magic” sonorities for your enjoyment … “STORIES FOR GUITARS”
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Saturday, July 21, 2012
Conhecer o Namibe pelo "Gente do meu tempo"
Um blogue encantador dedicado ao Namibe (antiga Moçamedes), uma região belíssima conhecida pelo seu deserto, pelo seu mar, pelas suas gentes - os Mucubais
Imperdível é este vídeo no qual Helka Guimarães nos guia por esta cidade no sul de Angola
"Filme giro e muito bem conseguido. Só peca porque afirma uma não verdade. A Fortaleza de Moçâmedes nunca foi depósito de escravos que alí aguardavam o embarque em navios negreiros para o exterior.
Esta fortaleza foi construida após 1844, alguns anos depois da publicação do decreto da abolição do tráfico de escravos, em 10 de Dezembro de 1836.
Poderia ter sido, talvez, depósito temporário de escravos libertados de navios negreiros clandestinos apresados por patrulhas maritimas, e que, na condição de «libertos», espécie de semi-escravos, eram distribuidos por zonas de Angola onde se fazia sentir a falta de trabalhadores, de acordo com o novo paradigma colonial de ocupação povoamento e desenvolvimento do território nos termos da Conferência de Berlim (1884-1885).
Por Mossãmedes passava nessa altura toda uma problemática ligada à urgente definição de fronteiras, daí a importância da zona, considerada próxima do sudoeste africano, cobiçada por alemães."
(Rectificação de Maria N Jardim, autora do blogue "Gente do meu tempo"
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Saturday, June 16, 2012
AUTISMO - O QUE É? - PENAFIEL SOLIDARIEDADE PRECISA-SE
Aqui faço eco de um pedido de solidariedade sob a forma de voluntariado para ajudar uma criança autista.
Divulgo a mensagem de uma fotógrafa, companheira no "Olhares", que se dedica a essa causa e que, para além do pedido de solidariedade explica, no texto que a seguir transcrevo, de um modo pessoal e sentido o que é o autismo.
Peço, por isso que este apêlo seja divulgado pois trata-se de uma causa nobre que deve merecer a atenção de todos nós. (GAD)
«O que é o autismo?
O autismo altera a forma como vemos e experienciamos o mundo. Uma criança autista não interpreta as coisas ou os sentimentos como tu. É difícil para um miúdo autista relacionar-se com outros miúdos ou expressar-se através de palavras. Os miúdos autistas normalmente isolam-se num mundo deles e precisam de ajuda para comunicar.
O autismo provoca reacções diferentes ao que se passa à volta. Sons que para ti são normais podem incomodar um autista, ao ponto de os levar a tapar os ouvidos. Até a sensação de ser tocado, como por exemplo quando te encostas a um amigo, pode ser muito desconfortável para um miúdo autista.
Crianças com autismo têm mais dificuldade, ou não conseguem, associar coisas. Por exemplo, quando alguém sorri, tu sabes que essa pessoa está contente ou está ser amigável. Mas um miúdo com autismo terá dificuldade em associar o sorriso a um estado emocional da pessoa.
O mesmo se passa com as palavras. Um miúdo autista tem dificuldade em ligar as palavras ao seu significado. Imagina o que será tentar perceber o que os teus amigos estão a dizer se não souberes o que as palavras significam. É muito frustrante para uma criança tentar dizer qualquer coisa e não encontrar as palavras certas. Por isso às vezes os autistas têm acessos de muito mau humor. Não é por mal... é apenas frustração.
Se conheces, ou já viste algum miúdo autista, deves ter reparado que parecem ter comportamentos estranhos. Podem estar sempre a bater palmas, a repetir as mesmas palavras sem parar, ter birras ruidosas ou brincar apenas com o mesmo brinquedo. A maioria dos autistas mão gostam de alterações na sua rotina. Se estão habituados a acordar a uma determinada hora, tomar o pequeno-almoço e depois brincar, não gostam de trocar a ordem das actividades. Por exemplo acordar, brincar e depois tomar o pequeno-almoço. Gostam de seguir rotinas, que são sempre iguais. É a maneira que eles encontraram de organizar um mundo que é diferente do nosso. E quem diz a rotina, diz também a forma como os objectos ou brinquedos devem ser arrumados da maneira deles. E ficam muito chateados se alguém mudar essa ordem.
Quando um miúdo tem autismo, o cérebro dele tem dificuldade em realizar um trabalho muito importante: que o mundo faça sentido. O teu cérebro está sempre a interpretar os cheiros, os sons, as imagens e todas as sensações que chegam através dos cinco sentidos. Se o teu cérebro não conseguir interpretar estas sensações, vais ter dificuldades em andar, falar, ir à escola, relacionares-te com outras pessoas e fazeres as coisas normais do quotidiano.
O autismo pode ser ligeiro, afectando apenas parte da vida quotidiana, ou ser mais profundo, tornando a pessoa muito mais dependente dos outros.
O que causa o autismo?
O autismo afecta cerca de 1 em cada 88 miúdos EM PORTUGAL , mas ninguém sabe ainda qual a causa. Alguns cientistas pensam que existem crianças com maior probabilidade de ter autismo porque já existe ou existiu alguém autista na família. Esta é uma explicação genética. Mas existem crianças que são autistas sem nunca ter havido ninguém autista na família. O cérebro humano é muito complicado, por isso determinar a causa exacta do autismo é muito difícil.
O cérebro tem mais de 100 biliões (leste bem... biliões) de células nervosas, chamadas neurónios. Cada neurónio pode ter centenas ou milhares de ligações que levam mensagens a outros neurónios ou células nervosas. As ligações e os mensageiros químicos, chamados neurotransmissores, permitem aos neurónios em várias partes do cérebro – as partes que ajudam a ver, sentir, mexer, recordar e muito mais - a trabalharem em conjunto.
Por alguma razão, algumas destes neurónios e ligações numa criança com autismo não se desenvolveram correctamente ou ficaram danificadas. Normalmente estes problemas acontecem nas partes do cérebro ligadas á comunicação, emoções e sentidos.»
(....)
PROCURAMOS VOLUNTÁRIOS PARA TERAPIA SON RISE - TERAPIA PARA AUTISMO
Eu fui fazer a formação americana da terapia Son Rise, tanto nivel 1 - Start Up - como nível 2 - New Frontiers, e estamos aplicar a terapia ao nosso menino de 7 anos desde Novembro 2011. Para a terapia funcionar necessitamos e dependemos de pessoas que nos possam ajudar.
E agora, estamos a entrar num período critico em termos de terapia do menino, assim como na disponibilidade dos nossos voluntários, assim como na minha incapacidade fisica de fazer son rise nos próximos meses... MAS NÓS NÃO PODEMOS PARAR AGORA, PORQUE MIGUEL ESTÁ NUMA FASE IMPORTANTE DA TERAPIA. Sendo assim necessitamos de reforçar o nosso número de voluntários, para que cada fim-de-semana seja preenchido com o máximo de horas de terapia son rise. PRECISAMOS MESMO DA AJUDA DE TODOS VÓS: estudantes em férias, professores, educadores, terapeutas, amigos, conhecidos, etc....P.F. podem perder 1 a 2h por fim-de-semana, de 15 em 15 dias, na vossa vida particular, mas podem ajudar o nosso menino a ganhar ANOS DE VIDA, QUALIDADE DE VIDA, AUTONOMIA, COMUNICAÇÃO VERBAL etc...
Basta BRINCAR com a criança dentro de um quarto apropriado, não é preciso experiência nenhuma nem ha limite de idade, contud é preciso ter alguma resistência e saúde fisica saudável para poder brincar sem limites.
Dou a formação necessária, o local é PENAFIEL e é só aos fins-de-semana de 15 em 15 dias. Podem ser voluntártios de ambos os sexos.
Excelente para experiência curricular e grande oportunidade para testemunharem verdadeiros milagres na vida desta criança.
CONTAMOS COM TODOS QUE POSSAM AJUDAR-NOS.
Ajudem a divulgar.
mcarlapfernandes@gmail.com
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Thursday, June 14, 2012
Monday, March 26, 2012
Arthur Schnitzler - Colóquio Internacional
Arthur Schnitzler
Colóquio Internacional - Teatro Municipal de Almada - Sala Experimental - 31 de Março, 17:00h
Arthur Schnitzler (Viena, 15 de Maio de 1862 — Viena, 21 de Outubro de 1931) foi um escritor e médico austríaco.
Biografia
O pai, Johann Schnitzler, de uma família judaica simples, mudou-se de Budapeste para Viena, onde se casou com a filha de uma famosa família. Tornou-se um respeitado médico e director do hospital “Allgemeine Poliklinik”. O seu filho Arthur frequentava entre 1871 e 1879 o liceu, tendo mais tarde completado o curso de medicina. Viria a completar omestrado em 1885. Participava no trabalho da revista clínica “Allgemeine Klinische Rundschau” e começou cedo por se interessar pela psicologia. Trabalhando como médico de 2.ª classe com o psiquiatra Dr. Theodor Meynert, fazia experiências com a hipnose e a sugestão como técnicas terapêuticas.
Foi assistente e médico de 2.ª classe no Hospital “Wiener Allgemeines Krankenhaus” e, mais tarde, assistente do seu pai no hospital “Poliklinik”. Em 1893, abriu uma clínica privada, a qual se começou a dedicar cada vez menos devido à crescente actividade literária.
Schnitzler é frequentemente comparado com Sigmund Freud. Nos seus dramas e novelas, usando a técnica do “monólogo íntimo”, mostra drasticamente o subconsciente dos seus protagonistas. Em consequência da sua representação intransigente, foi criticado vezes sem conta. O seu ciclo “Der Reigen” provocou um escândalo e foi censurado como pornografia.
Arthur Schnitzler (Viena, 15 de Maio de 1862 — Viena, 21 de Outubro de 1931) foi um escritor e médico austríaco.
Biografia
O pai, Johann Schnitzler, de uma família judaica simples, mudou-se de Budapeste para Viena, onde se casou com a filha de uma famosa família. Tornou-se um respeitado médico e director do hospital “Allgemeine Poliklinik”. O seu filho Arthur frequentava entre 1871 e 1879 o liceu, tendo mais tarde completado o curso de medicina. Viria a completar omestrado em 1885. Participava no trabalho da revista clínica “Allgemeine Klinische Rundschau” e começou cedo por se interessar pela psicologia. Trabalhando como médico de 2.ª classe com o psiquiatra Dr. Theodor Meynert, fazia experiências com a hipnose e a sugestão como técnicas terapêuticas.
Foi assistente e médico de 2.ª classe no Hospital “Wiener Allgemeines Krankenhaus” e, mais tarde, assistente do seu pai no hospital “Poliklinik”. Em 1893, abriu uma clínica privada, a qual se começou a dedicar cada vez menos devido à crescente actividade literária.
Schnitzler é frequentemente comparado com Sigmund Freud. Nos seus dramas e novelas, usando a técnica do “monólogo íntimo”, mostra drasticamente o subconsciente dos seus protagonistas. Em consequência da sua representação intransigente, foi criticado vezes sem conta. O seu ciclo “Der Reigen” provocou um escândalo e foi censurado como pornografia.
(Fonte: Wikipédia)
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Teatro Municipal de Almada
Wednesday, March 21, 2012
Teatro Municipal de Almada adere à Greve
Teatro Municipal de Almada adere à Greve e dá entrada gratuita aos cidadãos desempregados
Os trabalhadores do Teatro Municipal de Almada decidiram em plenário aderir à greve geral marcada para amanhã, participando na manifestação desse dia. Foi também decidido que os desempregados terão entrada gratuita na peça Dança de roda, de Arthur Schnitzler, com encenação de Rodrigo Francisco, em cena na Sala Principal do TMA até dia 1 de Abril, de Terça a Domingo.
O Teatro Municipal de Almada estará fechado amanhã, sendo cancelado o espectáculo agendado para esse dia. Os trabalhadores do TMA convidam todo o público e os membros do Clube de Amigos a participarem na manifestação, reunindo-se às 14h00 em frente ao Teatro Nacional D. Maria II.
Boletim #170 --- 21-03-2012
CTAlmada ML [mlist@ctalmada.pt]
Comboios, barcos, metro e autocarros serão afetados pela greve geral de amanhã, a que se vão juntar também os estivadores e cujos primeiros efeitos começam a sentir-se ao final do dia de hoje.
Em Lisboa, a greve geral convocada pela CGTP vai afetar o Metropolitano de Lisboa, o grupo Transtejo/Soflusa e a Carris.
O metro e o grupo Transtejo/Soflusa não terão serviços mínimos. O metro prevê que a greve afete mais de 550 mil passageiros, enquanto grupo que assegura o transporte fluvial no rio Tejo, em Lisboa, estima que a paralisação afete cerca de 60 mil passageiros.
Para a Carris foram fixados serviços mínimos que correspondem a cerca de 13 por cento do serviço normal da empresa.
A greve ameaça também parar os comboios, depois de, na terça-feira à noite, o Sindicato dos Maquinistas (SMAQ) ter apelado à participação no protesto.
Na sequência da tomada de posição do SMAQ, a CP emitiu um comunicado a informar que prevê “fortes perturbações” na circulação de comboios na quinta-feira, prevendo apenas a realização dos comboios de serviços mínimos.
Os serviços mínimos fixados para a CP incluem a realização de 315 comboios, face aos quase 1.500 comboios previstos pela empresa para um dia normal.
A norte, a greve deverá afetar a operação da Sociedade de Transportes Coletivos dos Porto (STCP) e o Metro do Porto, que informou que vai funcionar em horário reduzido (07:00-21:00) e não terá ligações a Matosinhos, Póvoa, Maia, Aeroporto e Gondomar.
Para a STCP foram fixados serviços mínimos, que incluem o "funcionamento a 100 por cento das linhas 4M e 5M (madrugada), bem como o funcionamento a 50 por cento de várias linhas durante a manhã e a tarde.
A Fertagus, por sua vez, já fez saber, em comunicado, que "reúne todas as condições para o normal funcionamento da sua atividade". A concessionária do comboio da Ponte 25 de Abril espera ainda que "o serviço decorra com toda a normalidade".
Também os estivadores dos portos de Lisboa, Figueira da Foz e Setúbal vão aderir à greve geral, disse hoje à Lusa o presidente do sindicato que representa estes trabalhadores.
No setor aéreo, a ANA, gestora dos aeroportos portugueses, aconselha os passageiros a confirmarem os seus voos antes de irem para o aeroporto.
Os primeiros impactos da greve vão fazer-se sentir hoje, ao final do dia, na CP e no Metropolitano de Lisboa.
Os passageiros da CP deverão sentir os primeiros efeitos da greve hoje, a partir das 22:00, com particular incidência nos comboios urbanos de Lisboa e do Porto.
No metro, a greve terá impacto na exploração a partir das 23:20.
Nota ainda para o facto de a Federação Portuguesa do Taxi (FPT) se ter solidarizado com a greve geral de quinta-feira, recomendando aos seus associados o uso de uma fita negra nas viaturas, simbolizando luto pela situação do país.
A greve geral de quinta-feira é a oitava convocada pela CGTP e acontece quatro meses após a última. O protesto surge contra o agravamento da legislação laboral, o aumento do desemprego, o aumento do empobrecimento e as sucessivas medidas de austeridade.
Lusa
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Thursday, March 01, 2012
"Falar de fotografia" - entre a cor e o P&B.
Dedico-te esta fotografia "a cores" não como um desfio, mas sim como uma forma de prolongar a interessante abordagem que fizeste (à questão da cor , do P&B e das "modas") na resposta ao meu comentário na tua última fotografia - "olhares":
(...) Esta fotografia vale apenas pelo olhar da «neguinha» no quadro e mais nada e talvez pelo vermelho que adoro. É uma fotografia muito difícil de fazer e parece fácil. Não há tempo para nada. Tens uma luz deficiente e portanto vais ter que trabalhar com baixas velocidades e tens pessoas em movimento. Além disso perdi a focagem que estava no olhar da mulher com o upload. Trabalhar a cores é muito mais difícil. Temos mais megas e qualquer coisinha nota-se. Recuso-me a entrar na moda do p&b e fazer o que toda a gente anda a fazer: fotografia de rua. Parece-me tudo muito igual e «já muito batido» e anda muita gente a estragar fotografias passando-as para o monocromático. Trabalhar a p&b não é para qualquer um porque é preciso saber trabalhar a escala de cinzentos. Não estou treinado para o fazer. De maneira que para sair um pouco do «dejá vu» tens que arriscar numa variedade de temas. Um fotografo que se preze tem que fazer coisas diferentes, inovar a cada dia. Tem que mostrar que é capaz de fazer coisas variadas. Há aqui apenas uma meia dúzia deles que inova. Não aponto nomes para não ferir suscetibilidades, mas por exemplo há aqui um dos comentadores a esta foto que muito admiro. Tenta adivinhar quem é. Só faz coisas difíceis e é por aí que eu tento andar, pelas coisas difíceis. Esta foto não é um primor de técnica e o enlace não édos melhores. Mas foi o que se pôde arranjar. Trabalha a cores e depois manda uma foto e vês como vais ter surpresas desagradáveis no upload. Mas concordo ctg no essencial. No acessório lá me tentei explicar da melhor maneira. Para já estou à espera de um pedido de desculpas da administração do Olhares pelo que me fizeram na minha foto «o medo». Já sei que vou esperar sentado… mas tb estou com muito trabalho e preciso de concentração máxima. Abraço.P.S. – Espero ter-te respondido ao que em perguntaste. É que perco-me em explicações por vezes… (...) [Jorge Garcia]
(...) Esta fotografia vale apenas pelo olhar da «neguinha» no quadro e mais nada e talvez pelo vermelho que adoro. É uma fotografia muito difícil de fazer e parece fácil. Não há tempo para nada. Tens uma luz deficiente e portanto vais ter que trabalhar com baixas velocidades e tens pessoas em movimento. Além disso perdi a focagem que estava no olhar da mulher com o upload. Trabalhar a cores é muito mais difícil. Temos mais megas e qualquer coisinha nota-se. Recuso-me a entrar na moda do p&b e fazer o que toda a gente anda a fazer: fotografia de rua. Parece-me tudo muito igual e «já muito batido» e anda muita gente a estragar fotografias passando-as para o monocromático. Trabalhar a p&b não é para qualquer um porque é preciso saber trabalhar a escala de cinzentos. Não estou treinado para o fazer. De maneira que para sair um pouco do «dejá vu» tens que arriscar numa variedade de temas. Um fotografo que se preze tem que fazer coisas diferentes, inovar a cada dia. Tem que mostrar que é capaz de fazer coisas variadas. Há aqui apenas uma meia dúzia deles que inova. Não aponto nomes para não ferir suscetibilidades, mas por exemplo há aqui um dos comentadores a esta foto que muito admiro. Tenta adivinhar quem é. Só faz coisas difíceis e é por aí que eu tento andar, pelas coisas difíceis. Esta foto não é um primor de técnica e o enlace não édos melhores. Mas foi o que se pôde arranjar. Trabalha a cores e depois manda uma foto e vês como vais ter surpresas desagradáveis no upload. Mas concordo ctg no essencial. No acessório lá me tentei explicar da melhor maneira. Para já estou à espera de um pedido de desculpas da administração do Olhares pelo que me fizeram na minha foto «o medo». Já sei que vou esperar sentado… mas tb estou com muito trabalho e preciso de concentração máxima. Abraço.P.S. – Espero ter-te respondido ao que em perguntaste. É que perco-me em explicações por vezes… (...) [Jorge Garcia]
[GAD]
Rejeito, de facto, as "verdades absolutas", as generalizações.
Não me parece, de todo que exista uma "moda" do P&B e, muito menos da "Street Photography". Basta ver as "fotografias do mês" para concluir que são maioritariamente eleitas fotografias a cores.
No meu caso, aprendi de facto, a ver a preto e branco - na fotografia e na arquitectura.
É curioso, quando principiei a minha licenciatura em arquitectura na antiga Escola de Belas Artes do Porto (ESBAL) o paradigma da forma de expressão pelo desenho (ferramenta essencial no percurso de projecto) era o preto e branco, à imagem (e na forma) como tinha sido consagrado pelo Mestre Siza Vieira.
Já nessa altura eu era "rebelde" e insistia em desenhar a cores, nomeadamente usando aguarelas. Fui várias vezes "achincalhado" pelos profs... chamavam aos meus desenhos "postais para as avós".
É inevitável , sobre este tema, referir a influência que, desde muito pequeno, tive dos P&B's do meu pai.
No entanto, e desculpa toda esta prosa também me perco...), eu e o meu pai, falávamos frequentemente de fotografia, como seria natural. Mas não falávamos por palavras...
O meu pai e eu tínhamos uma forma muito particular de comunicar - com o olhar.
Quando lhe mostrava uma série de fotografias impressas em papel, avaliava a sua crítica pelo olhar e, sobretudo pelas "pausas" que fazia ao virar determinadas imagens.
Quando se demorava ligeiramente nalguma eu percebia que, para ele, tinha algum interesse. E isso acontecia frequentemente nas fotografias a cores.
Eu não acho que seja mais ou menos difícil editar a cores ou a P&B. Do mesmo modo que é fundamental "sentir" a escala de cinzas, a relevância dos contrastes e da intensidade dos negros, ou dos brancos, é decisivo "sentir" a cor, na sua plenitude.
Um negro, por exemplo (e é este o caso) tem uma variedade de cor impressionante. Uma predominância do vermelho (que é preciso moderar), uma gama de amarelos que pode estragar a imagem e por aí fora.
Por fim, eu não fotografo a cores para depois converter para P&B.
Gosto de fotografar como vejo. Se estou a "ver" em P&B, fotografo em P&B, salvaguardando com o RAW, algum momento, que na altura me tenha escapado, onde a cor é decisiva.
Como na arquitectura, exerço, frequentemente, um exercício crítico sobre o que já fiz mas sobretudo sobre o caminho que quero seguir. E tenho vinte e muitos anos de arquitecto e apenas 8 de fotógrafo amador...
Há um aspecto que me parece importante e que tem a ver com alguma maturidade nas formas de expressão artística - a coerência, a descoberta de um fio condutor para avançar criticamente. Uma espécie de "GRAMÁTICA" que se vai consolidando obra após obra e onde a "DÚVIDA" é, mais do que uma angústia, um estímulo.
Um grande abraço.
Fotografia: "Maka". Ilha do Mussulo, Angola, 2008
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