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Saturday, June 27, 2015

Livre! Finalmente livre|


Gonçalo Afonso Dias



67 dias depois, duas cirurgias - uma "á frente, a outra "atrás", já sem o "fantasma" da terceira, tirei o "espartilho", arranquei os pensos e, "como vim ao mundo", tomei um interminável banho quente!

Ficaram as marcas de uma "guerra" que parecia não ter fim, um reforçado conhecimento da "espécie humana", mais de 10 kilos (que não fazem falta nenhuma!) e muitas dores - "daquelas da alma" - porque as outras não sinto) e uma enorme vontade de continuar a fazer "coisas"!

À minha mãe, Fernanda Seixas, que comigo esteve em todos os momentos
Ao meu pai que, "lá onde está", torceu sempre por mim. Eu sei.
Aos meus filhos, Tiago Dias e João Dias, porque moram no meu coração.
A todos os que, de algum modo, me ajudaram.
Aos "outros" também...

Gonçalo Afonso Dias, Cascais, 26 de Junho de 2015

Monday, June 08, 2015

LUA

Esta madrugada

Fotografia: Gonçalo Afonso Dias

Thursday, June 04, 2015

Monday, June 01, 2015

st



Fotografia: Gonçalo Afonso Dias
Cascais, 31.05.2015

Bem-vindo Junho!



Fotografia: Gonçalo Afonso Dias
Cascais, 31.05.2015

Monday, May 11, 2015

O lado mais Cruel que a vida tem




... contudo, um sorriso...

Fotografia: Gonçalo Afonso Dias, Rans, Viseu, 2009

SOLISTÊNCIA




Eu estou só.
O gato está só.
As árvores estão sós.
Mas não o só da solidão: o só da solistência.

(João Guimarães Rosa)

Fotografia: Gonçalo Afonso Dias, Oeiras, 2009

Sunday, May 10, 2015

O Governo e a Oposição


(...) Foram "eles" que me disseram... e são eles que todos os dias fazem questão de nos mostrar que são infinitamente mais burros que "eles"!... (...)


Fotografia : Gonçalo Afonso Dias, Mafra, 2008

Saturday, May 02, 2015

Sunday, April 26, 2015

OLHO



(ar) Fotografia: Gonçalo Afonso Dias, 2007

"Nostalgia"




Fotografia: Gonçalo Afonso Dias, 2007

Friday, April 24, 2015

Coisas" e "coisos", pessoas também, mas poucas...



Fotografia: Gonçalo Afonso Dias - série - "assombrações".


Coisas" e "coisos", pessoas também, mas poucas...

Aos 50 anos ainda me admiro com a facilidade com que me engano a respeito de muitas "coisas".
Mais ainda quando as "coisas" não são bem "coisas" - são uma espécie de pessoas.
E ainda me choco quando as pessoas, essas sim, são "coisas", não respondem aos meus "bom dia!", "boa tarde!" ou "boa noite!" no hall de entrada ou no elevador do prédio onde vivo e que tem muitas "coisas" e possivelmente algumas pessoas também, espalhadas por 64 apartamentos amontoados em 16 andares.

Ainda acho incrível que as "coisas" não apanhem o cocó dos seus animaizinhos (que não têm culpa nenhuma de as ter) e não os metam nos saquinhos pretos que dizem: "O seu bairro não é um campo minado - seja um dono responsável. Recolha os dejetos (assim mesmo, de acordo com o acordo) do seu cão!", e que estão em recipientes bem assinalados, pendurados em postes ao longo dos passeios. Está mal escrito, claro... Porque dá a ideia que quem leva uma cadela e não um cão, pode estar à vontade a minar o passeio que é de todos. Também está mal escrito porque o "cão" não é da pessoa ou "coisa" que o (a) leva a fazer cocó - a pessoa, ou "coisa", dependendo dos casos, é que é do cão ou a cadela que leva a fazer cocó, só que não o sabe... Ele, ou ela, se for "uma" também não lhe diz porque como é mais inteligente que a pessoa que acha que é dono ou dona, sabe muito bem que se o fizer perde os poucos privilégios que tem.

E fico (ainda) irritado quando os "coisos" ou as "coisas" não param os popós antes das passadeiras para as pessoas passarem. Não devia ficar assim porque sei que as "coisas" não têm olhos e não sabem que aquelas listas brancas pintadas no meio das ruas se chamam "passadeiras" e que, isso significa "sítio por onde as pessoas passam". P r i o r i a r i a m e n t e.

Sunday, March 29, 2015

"Síntese das minhas Memórias #01"



Fotografia: Gonçalo Afonso Dias, 29-03-2015

"Ah, memória, inimiga mortal do meu repouso!"
(Dom Quixote)

Monday, October 06, 2014

O "Humor do dia que passou visto da minha varanda"



Selecção a partir de uma sequência de 46 fotografias, do nascer do sol ao final da tarde.

















Fotografias: GAD, 10/2014



Tuesday, September 30, 2014

DESAFIO - MEMÓRIA DESCRITIVA



"DESAFIO"
MEMÓRIA DESCRITIVA
Gonçalo Afonso Dias
30 de Setembro de 2014


"É assim..." (Paula Rego)


Agradeço a todos (as) os (e as) que aceitaram este desafio - o primeiro de muitos que tenho pensado fazer.

Não esperava, confesso, uma adesão tão significativa, tão sincera e tão didáctica (Cristo! pareço o António Costa...).Mas, é verdade...

Lancei este desafio porque a sua essência me inquieta, inquieta-me o que faço, porque faço, o que é, de onde veio..., se é válido ou não, independentemente de se tratar de desenho, pintura, instalação, arquitectura, escrita ou fotografia...

Nesse sentido, as respostas, as interpretações e os comentários, só ajudaram a "perceber-me"!



Desenho: GAD, 2011


Procurei que aqui fossem registadas as acepções e as ideias dos mais variados amigos, com as mais variadas profissões (arquitectos, pintores, artistas plásticos, músicos, poetas, fotógrafos (muitos), designers, professores, advogados, médicos...), mas com uma coisa em comum - o gosto, a paixão, a atracção e a "urgência" da Arte.

Comprometi-me (Há! se o arrependimento matasse!...) a deixar aqui, hoje, a minha "Memória Descritiva e Justificativa" deste trabalho... Pois... Depois de tantos testemunhos brilhantes e assertivos fico com o "coração nas mãos"...

Vou, por isso e não só, socorrer-me de alguém que "mora" muito perto de mim e cujas obras (e palavras) me desconcertam pela frontalidade e pela simplicidade - a Paula Rêgo.





Paula Rego "A Ordem foi Estabelecida..." 1960
Óleo sobre pape l30,5 x 39,5 cm


Moro perto da sua "Casa das Histórias" desenhada pelo não menos brilhante arquitecto Eduardo Souto Moura. "Visitá-la" tornou-se um vício, "ouvi-la" tornou-se uma inevitabilidade...



Fotografia: GAD, 2013

A simplicidade, o aparente despojamento, com que "explica" o seu trabalho, as suas figuras, os seus sonhos e os seus medos desarmam-me... "É assim" diz ela, assim...

E também, de certo modo, foi "assim" que este trabalho foi feito: Não nasceu "assim", foi o resultado de outro trabalho e de muitas reflexões. Abro aqui um "parênteses" para o desenho que esteve na origem "disto" - " ESCRAVOS MODERNOS OU, A DITADURA DOS TELEMÓVEIS #01"



 " ESCRAVOS MODERNOS OU, A DITADURA DOS TELEMÓVEIS #01"


E aqui, cabe, julgo eu, uma pergunta tão filosófica como recorrente: "Como e quando nascem as ideias?"

Pois... Feito esse desenho, senti a necessidade de ir mais longe. A ideia inicial tinha a ver com a dependência que hoje temos da tecnologia, sobretudo dos telemóveis que tudo fazem...
Fui "provocado" (assumo) pela minha mãe que, com 81 anos ainda me "ralha" quando, ao almoço, não resisto a ver as novidades no iPhone... " É uma falta de respeito!" - Diz e com razão...
Daí a imaginar esse desenho "feito" com IPhones dentro de um IPad, configurando, pela geometria e pelo significado das mãos uma prisão foi "um passo"...


Fiz, esse trabalho mas ele pedia mais, pedia "vida", pedia que aqueles telemóveis se pudessem ligar, pudessem ter toda a diversidade de imagens...

Recortei com um X-Acto o écran de todos os telefones desse desenho.


Pensei que, feito isso, lhes pudesse dar a vida que queria que tivessem.
Feitos os recortes bastaria colocar qualquer plano (liso, colorido, estranho, neutro...) por baixo para os "acender" e assim, criar outras imagens, outras formas, outras ideias.
Criei, portanto, uma superfície apta a acolher qualquer base transfigurando-se assim, ganhando outra dimensão.




Não fiquei consolado nem convencido... Faltava coerência, faltava um conceito firme e coerente para essa justaposição de imagens.

O plano recortado, "saído" do outro trabalho era apelativo com qualquer fundo, mas só apelativo...
Tinha, por um lado, o aleatório (fruto dos recortes num trabalho anterior).
  


"Ensaio sobre a razão"
Técnica mista sobre MDF (100x100x4cm)

Faltava a "razão", a lógica, a matemática, o Xadrez... - Um tema que explorei num quadro já antigo.http://goncaload-artes.blogspot.pt/2009/04/ensaio-sobre-razao.html

Ao aleatório, juntei a matemática, a arte, o jogo e a ciência do Xadrez - A base que finalmente me satisfez e cumpriu foi um tabuleiro em pedra, desse  fabuloso jogo, que me foi recentemente oferecido pelo meu irmão mais velho...






Quanto à questão: O que isto é?:

Para mim tem mais a ver com "o quero fazer deste trabalho?"

Provavelmente uma fotografia em grande formato (150 x 60 cm) num suporte em alumínio.

Já o significado é mais difícil de exprimir mas andará muito próximo da interpretação que o João Veríssímo fez, embora muitas outras se tenham aproximado desse conceito.

Todas foram válidas e muito interessantes!

Conto convosco para o próximo desafio!

Gonçalo Afonso Dias

30/09/2014

Sunday, September 21, 2014

Alcácer do Sal, 2007

















Fotografias: Gonçalo Afonso Dias
(Todos os Direitos reservados)