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Saturday, July 28, 2012

O (Miserável) Estado da Nação


Pouco ou nada aqui tenho escrito sobre a "Actualidade Política" e sobre a situação económica e financeira que por cá vemos e vivemos.

Porque pouco ou nada há de novo para escrever - mais do mesmo...

Nos últimos dias apenas registo, sem grande espanto, a metamorfose da retórica e da postura do Sr. Primeiro-Ministro (PM), o Dr. Passos Coelho (PPC)...

Sem grande espanto, repito, pois a encenada postura de fair-play com que principiou o seu mandato era obviamente estratégica.

Revela com as recentes declarações num tom genuíno de Massamá o verdadeiro PPC...

"Que se lixem as eleições", a metáfora da "ventoinha" são apenas dois exemplos daquilo que antes afirmei.

O tom crispado, irritadiço, provocador que agora o PM evidencia no Parlamento é apenas, na minha opinião, a consequência da constatação do falhanço da sua política seguidista, despersonalizada, gratuita e quase criminosa.




Mas o pior está para vir...

O Descontentamento crescente da população - são disso bons exemplos a situação dos professores com "Horário Zero" e as manifestações contra o "Novo Mapa Autárquico", as vaias que se multiplicam sempre que "aparece um governante" - depois mal digeridas pelos "homens do poder e relativizadas com o argumento obsoleto de que se trata de manifestações orquestradas - não escapam com toda a certeza a quem nos observa de longe.

As evidência, como a de, este ano, já 3000 alunos do Ensino Profissional terem desistido de estudar por não terem como pagar as propinas, o desemprego crescente e assustador, a total ausência de uma política séria, abrangente e transversal de apoio às Pequenas e Médias Empresas que todos os dias fecham as portas às centenas parecem não perturbar a postura intolerante e totalitária de Passos Coelho.

Um Primeiro-Ministro esvaziado de conteúdo, impreparado, sem a experiência de vida - tão importante quando se decide o futuro de pessoas - notoriamente inculto e vagamente burgesso... Um executivo que parece um "jardim-escola", constituído também, à imagem do líder e que padece dos mesmos vícios e das mesmas insuficiências, da mesma imaturidade política, da mesma inexperiência e do mesmo grau - uma consequência, claramente do que antes afirmei - de incompetência.



Um "rapazito" hipócrita que com um descaramento olímpico e uma demagogia refinada afirma que está a "Salvar a Nação"... revelador e sintomático de uma ideologia que roça o fascismo.

O facto de o CDS de Paulo Portas começar a dar sinais de rotura com o PSD e consequentemente com PPC, é um sinal que não se deve desprezar de uma instabilidade crescente e preocupante ma maioria governamental com consequências previsíveis para Portugal e para os portugueses.

Não há, comprova-se, quem ature este PM... À esquerda e já nem à Direita...

No "Meio" o Partido Socialista arrasta-se... ao ritmo empastelado e amorfo de António José Seguro. Entre a espada e a parede, comprometido com o acordo que subscreveu com a Troika, arrependido, titubeante e politicamente mal dirigido por outro político "de calções" que não sabe o que fazer ao "menino que tem nas mãos"...

A olhar por cima, para toda esta miséria, continua um Presidente da República, comprometido com o PSD, incoerente, infeliz nas suas intervenções, incapaz de defender os portugueses - a sua maior obrigação - inexistente mesmo...

E assim caminha Portugal para um abismo onde encontrará a Grécia...

Assim continuam os portugueses a sufocar sob a tortura sádica deste governo materializada em leis e diplomas desumanos, ineficazes, contraproducentes.

Até quando este povo irá manter a tradicional postura de resignação e de inércia? Julgo que é apenas uma questão de tempo. E não me parece que se trate de muito tempo...

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Como o rapazinho mudou e engordou...



(Fotografia retirada da Net)

Friday, March 23, 2012

Portugal não é a Grécia, mas falta pouco...



A Manifestação 22 Março 2012 e a brutalidade policial

Passos Coelho, Vitor Gaspar, Paulo Portas, Álvaro Santos Pereira e a restante "cambada" que nos (des) governa enchem a boca dizendo recorrentemente que "Portugal não é a Grécia".

As imagens deste vídeo sobre a actuação violenta da polícia sobre as pessoas que ontem se manifestam mostram aos portugueses e ao mundo exactamente o contrário.

Sem mais comentários - É  só ver...



ACTUALIZAÇÃO: 2012-03-23, 20:16 h:
Como eu dizia...:

«Não temos nada a ver com a Grécia», afirma Santos Pereira 

O ministro da Economia sustentou que a violência observada na quinta-feira durante a manifestação em dia de greve geral não permite comparar Portugal com a Grécia.

«Não temos nada a ver com a Grécia. Nada. Não só porque existe um consenso social muitíssimo mais alargado, mas porque assinámos um acordo de concertação social em que o Governo, os sindicatos e as entidades patronais optaram por pôr de lado as suas diferenças e apostaram no interesse nacional», afirmou o governante no final de uma cerimónia de assinatura de vários contratos de exploração de minerais metálicos.

O ministro reforçou que Portugal está a «levar a cabo reformas com convicção, que não são reformas de papel. São reformas que têm consequências e que são muito importantes para tornar a nossa economia muito competitiva. Não temos o mínimo a ver com a Grécia», repetiu Álvaro Santos Pereira.

Sobre a greve geral, Santos Pereira afirmou que «não compete ao Governo fazer o [seu] balanço», optando por sublinhar a existência de um «consenso nacional bastante alargado de que precisamos de ultrapassar a crise e precisamos de nos unir».

De resto, «o Governo entende que o direito à greve não se põe em causa minimamente. Obviamente, não concordamos com os propósitos] da mesma», afirmou.

Claro que não amigo "Álvaro", claro que não... (GAD)


Wednesday, March 21, 2012

A servidão e a dignidade - por Baptista-Bastos (DN)


Vale a pena ler e reler...
A servidão e a dignidade

por BAPTISTA-BASTOS

Vivemos no interior do medo. O medo deixou de ser um sentimento comum à condição para se transformar numa ideologia e numa arma política. A Inquisição e Salazar deixaram discípulos. Não conseguimos libertar-nos desta fatalidade histórica porque há quem limite as nossas forças e liquide as nossas esperanças. Por outro lado, aceitamos este fardo como um anátema. Reagimos escassamente mas não continuamos as acções contra a afronta. Ver os noticiários das televisões, ler a Imprensa tornou-se um exercício penoso, que conduz à depressão. Parece que o mundo desabou sobre os pobres portugueses. Tudo se enleia para favorecer o nosso infortúnio. Em nada acreditamos: a falsidade, a omissão, a desvergonha atingiram níveis desusados, e ninguém descortina onde está a mentira, e onde se oculta a verdade do que nos dizem.

As informações são um caudal contraditório; e há declarações tão surpreendentes quanto imponderáveis. Mohamed El-Erian, um desses senhores do mundo, que poucos saberiam quem é, assevera que Portugal vai pedir mais dinheiro e segue, cabisbaixo, o caminho da Grécia. Erian, leio no Diário de Notícias, é o presidente do maior fundo de investimento mundial e não costuma utilizar a metáfora nem o epigrama para falar das coisas. Papandreu, grego, socialista, primeiro-ministro até há bem pouco tempo, também não faz reserva em dizer que está aberta a vereda para seguirmos a passada do seu país.

O papão, o medo viscoso, ondulante, assustador é a Grécia. A Grécia, tal Asmodeu, rei dos demónios, é o crepúsculo como alegoria de todas as tragédias. Afastamo-nos, repugnados e receosos do contágio. Temos tudo a ver com a Grécia, mas nada queremos ter a ver com a Grécia. Os gregos são a doença infecciosa, larvar, perigosíssima. Passos Coelho, quando regressa de viagens, proclama logo, pensativo, austero e formal: com a Grécia, nem tomar café. Julgando, talvez, que esta frase corresponde a um optimismo criador.

Vivemos num confuso e absurdo almofariz de dubiedades. Agora, para rematar estes clássicos do assombro, surge Vítor Gaspar, campeão do humorismo involuntário, e assegura, arfante: "No dia 23 de Setembro de 2013 regressaremos aos mercados." Vinha dos Estados Unidos. E tudo indicava que lhe tinham segredado a extraordinária novidade. Ninguém sabe, nem Gaspar esclarece o mistério de tão prodigioso milagre.

O português comum, que sobrevive asfixiado entre o desemprego, o fisco, a multa, a humilhação, o vexame, a fome, a doença, a miséria, os impostos, as taxas moderadoras, a demolição do amor, o divórcio, a emigração, e outra vez a fome, a doença, a miséria, os impostos, esse português desorientado, desgraçado e triste sem remissão - que pode fazer ele?, que pode? Em cada um de nós reside a resposta sobre o compromisso com a honra e a recusa da servidão e da indignidade.

(DN)

Thursday, March 15, 2012

Somos os segundos mais rápidos...

A destruir empregos...
Segundo o Eurostat, a eliminação de postos de trabalho em Portugal cresceu 3,1 por cento no último trimestre de 2011, um valor apenas superado pela Grécia. (TSF)

Saturday, January 28, 2012

Um caso muito sério...


Alemanha impõe a Atenas perda de soberania para novo resgate
 

A Alemanha quer que a Grécia abdique da soberania sobre as decisões orçamentais, transferindo-a para um comissário do Orçamento da Zona Euro.

A Alemanha quer que a Grécia abdique da soberania sobre as decisões orçamentais, transferindo-a para um comissário do Orçamento da Zona Euro, para que Atenas receba um segundo resgate de 130 mil milhões de euros, adianta o Financial Times.

Se todas as medidas ligadas aos impostos e às despesas forem decididas pela União Europeia (UE), o cheque de 130 mil milhões de euros para completar mais uma fase do resgate chega a Atenas.

A ideia da Alemanha é que a Grécia delegue as maiores competências orçamentais num comissário, em espécie de administrador que seria nomeado pelos ministros das Finanças do Eurogrupo e que teria o poder de veto sobre qualquer decisão ligada ao orçamento que não respeitasse as metas fixadas pelos credores europeus.

Atenas teria também de adoptar uma lei comprometendo-se a usar todas as receitas do estado para pagar a dívida.

Se este plano alemão avançar, para restabelecer a confiança dos mercados financeiros e de outros possíveis credores, em jeito de garantia futura, o governo grego terá de assumir que apenas fará face aos gastos correntes depois de ter a dívida coberta.

Clara Osório

vs...

Grécia recusa ceder soberania orçamental

A Grécia recusa ceder a sua soberania em matéria orçamental, como foi proposto pela Alemanha à Zona Euro, indicaram à agência France Presse (AFP) fontes governamentais gregas.

"A Grécia não discute essa eventualidade. Está fora de questão que nós aceitemos. Essas competências pertencem à soberania nacional", disse uma das fontes, após confirmar a existência de uma proposta, apresentada ao Eurogrupo, para um controlo europeu permanente do orçamento da Grécia.

Já hoje, uma fonte europeia em Frankfurt confirmara a notícia, avançada na sexta-feira pelo Financial Times, de que uma proposta desse género partira de um grupo de países, incluindo a Alemanha.

As fontes gregas acrescentaram que uma proposta semelhante tinha sido apresentada no ano passado por um dirigente holandês num encontro com o jornal Financial Times.

Um controlo orçamental grego como o que é proposto obrigaria a "mudanças nos tratados" europeus, afirmaram as fontes gregas citadas pela AFP.

Segundo a notícia do Financial Times, a Alemanha quer que a Grécia abdique da soberania sobre as decisões orçamentais, transferindo-a para um 'comissário do Orçamento' da Zona Euro. Esta seria uma condição para que Atenas receba um segundo resgate.

O jornal económico, que cita no seu sítio na Internet uma cópia de uma proposta de Berlim a que diz ter acedido, afirma que, desta forma, "o novo comissário 1/8da Zona Euro 3/8 teria o poder de vetar decisões orçamentais tomadas pelo governo grego se não estivessem em linha com os objetivos estabelecidos pelos credores internacionais".

O novo responsável, que seria nomeado pelos restantes ministros das Finanças do espaço do euro, teria a responsabilidade de supervisionar "todos os grandes blocos de despesas" do governo de Atenas.

O plano alemão evidencia a falta de confiança dos credores europeus em relação à Grécia.




Entretanto o (corta) relvas insiste:
Portugal não pode ser comparado com a Grécia, diz Relvas
Publicado hoje às 15:28

Questionado sobre as exigências da Alemanha de que a Grécia abdique da soberania sobre as decisões orçamentais, o ministro sublinhou que Portugal está no bom caminho e que os dois casos não podem ser comparados.

«Ninguém faz comparações entre Portugal e a Grécia. Felizmente, para Portugal, é sinal que estamos a ir no bom caminho», afirmou o ministro dos Assuntos Parlamentares em Ansião.

«Há sete meses comparava-se Portugal com a Grécia. Hoje, o país foi capaz de dar um novo impulso e demonstrar que as situações difíceis se ultrapassam com políticas novas, exigência, austeridade e com muita seriedade», acrescentou.

Contudo... “Uma garrafa de vinho meio vazia também está meio cheia; mas uma meia mentira não será nunca uma meia verdade.” (Jean Cocteau)"






Um Cartoon muito "apropriado", retirado daqui



Saturday, January 21, 2012

21 de Janeiro de 2012



A "BOA NOTÍCIA":



Portugal no playoff do Mundial
VENCE UCRÂNIA POR 27-26

Portugal garantiu este domingo a presença no playoff de apuramento para o Campeonato do Mundo de 2013, a realizar em Espanha, depois de derrotar a Ucrânia por 27-26 na Nave Polivalente de Espinho.

A Seleção Nacional chegou ao intervalo a vencer por 15-13 e, um bom início de segunda parte, com 5 golos sem resposta, permitiu-lhe gerir a vantagem até ao final do jogo.

A Ucrânia mostrou-se incapaz de contrariar o início forte de Portugal, num período em que Cláudio Pedroso e Pedro Solha estiveram em destaque, demonstrando grande eficácia no remate a partir da zona central nos primeiros dez minutos.

Nesse período, a Ucrânia dependeu quase exclusivamente do poderio físico de Sergii Burka, o melhor marcador dos ucranianos, mas que teve no guarda-redes Hugo Figueira um opositor difícil de transpor, contribuindo com sete defesas preponderantes para a seleção nacional.

A meio da primeira parte a Ucrânia equilibrou o jogo, mas por pouco tempo, já que até ao intervalo a equipa de Mats Olsson voltou a aumentar a diferença no marcador, que terminaria com uma vantagem para os portugueses de 15-13.

Os primeiros dez minutos da segunda parte foram de total superioridade para Portugal que esteve a vencer por uma diferença de seis golos (21-15), vantagem que não conseguiu gerir da melhor forma.

Até aos 50 minutos, a Ucrânia aproveitou para reduzir a diferença (22-20), mas os lusos, mais concentrados e novamente com uma boa prestação de Hugo Figueira, não deixaram fugir a vitória.

Portugal conhece o adversário do playoff no próximo dia 29, num sorteio que se vai realizar em Belgrado.

Classificação:
1. Portugal 8 pontos/4 jogos (121 GM/95 GS)
2. Ucrânia 4 /4 (105 GM/96)
3. Turquia 0/4 (92/127





  A "MÁ NOTÍCIA":
S&P desce 'rating' da Portugal Telecom para 'lixo'

Eudora Ribeiro
20/01/12 21:5

A agência de 'rating' baixou a avaliação da operadora em um nível para 'BB+', nota já considerada 'lixo'. O 'outlook' é negativo.

A Standard & Poor's baixou a classificação da Portugal Telecom de 'BBB-' para 'BB+', um nível acima do 'rating' de Portugal, que está em 'BB'.

A agência explica que esta descida reflecte o 'downgrade' à classificação da República, que ocorreu há precisamente uma semana."Temos avaliado que a PT tem uma elevada exposição aos riscos domésticos do país", refere a S&P, que atribui um 'outlook' negativo à classificação da operadora, o que quer dizer que pode voltar a baixar o 'rating'.

"O 'outlook negativo' da PT reflecte primeiramente o risco de um downgrade nos próximos dois anos, caso o 'rating' de Portugal descer ainda mais", indica a S%P, acrescentando que pode passar as perspectivas da operadora para estáveis se a avaliação da República estabilizar e a liquidez da PT não se deteriorar.

Wednesday, December 07, 2011

A Manipulação do Homem através da Linguagem, a propósito da aprovação do Aumento do Horário de Trabalho em meia-hora diária.

"Foi a Luta Histórica de gerações de trabalhadores e trabalhadoras, travada ao longo dos anos com uma grande coragem e firmeza, que determinou a conquista das 8 horas diárias e o máximo de 40 horas de trabalho por semana, o direito à contratação colectiva, o descanso aos sábados e domingos, as férias remuneradas, a condenação do trabalho infantil, a protecção social, o direito a tempo de refeição e pausas para recompor forças, as licenças de maternidade e paternidade, entre inúmeros outros direitos.

Alguns destes direitos, como as 8 horas diárias de trabalho, cuja conquista começou em 1886, e que estão na origem da Comemoração do 1.º de Maio (Dia Internacional do Trabalhador), são agora postos em causa no nosso país pelo Governo do PSD-CDS. Esta situação, a concretizar-se, representaria um retrocesso no plano social e civilizacional que importa combater com todas as nossas forças.





                   (Pois... mas passou.)

"É falso que os problemas da competitividade tenham origem nos salários ou na duração do tempo de trabalho. Tais problemas radicam na deficiente organização e gestão das empresas, na manutenção de tecnologias obsoletas, nas fracas cadeias de valor, na elevada precariedade, na dificuldade de acesso ao crédito, nos custos da energia das telecomunicações, dos combustíveis e dos transportes. É a opção por uma estrutura produtiva assente neste modelo que determina, também, uma baixa produtividade, em termos absolutos, e que constitui um dos principais obstáculos ao crescimento e desenvolvimento da economia portuguesa. A solução passa por erradicar este modelo e não mantê-lo."






Sobre o actual Governo e sobre o seu líder - Pedro Passos Coelho (PPC) ainda não está tudo dito. As violentas medidas de austeridade que vem impondo aos portugueses parecem não ter limites. O autoritarismo de (PPC), a sua recusa metódica e estratégica em negociar seriamente com os Partidos da Oposição e com os Parceiros Sociais é um sinal claro e muito preocupante do rumo que o primeiro ministro de Portugal parece estar obstinado em seguir.
A indiferença que demonstrou face ao enorme protesto consubstanciado na Greve Geral de 24 de Novembro é paradigmática mas, acima de tudo, perigosa. Abre caminho para um conflito social que extravase o controlo e a organização através dos sindicatos e se alastre anarquicamente com consequências imponderáveis, à semelhança do que assistimos noutros países da Europa. 




Retrocesso Social, generalização da pobreza, castração da democracia, "morte por asfixia da Liberdade de Espressão" e do Direito à Indignação.


Quase todos os adjectivos já foram usados no espectro político português para caracterizar Passos Coelho e as políticas do o seu executivo. À esquerda, ao Centro e também à Direita, pessoas autorizadas pela experiência, pela isenção, pelo seu passado de participação activa nos destino do país, pelo reconhecimento internacional das suas carreiras políticas, económicas, sociológicas.




(Mário soares)


Enquanto os portugueses empobrecem e se vêm, todos os dias, confrontados com um futuro de miséria, o governo vai, sinistramente, gerindo a implementação de medidas autoritárias, servis aos interesses dos grandes grupos económicos, numa lógica ultra-liberal importada de modelos políticos e sociais que tratam as pessoas como números e as medidas políticas como um fim (em si mesmas) e não um meio para alcançar objectivos, reformar e estruturar coerentemente e com consciência social.

A Mentira e a Táctica do "Medo" são, manifestamente os instrumentos mais perverso e perigosos na estratégia de "Regresso ao Passado" seguida por (PPC). Procura por todos os meios convencer os portugueses de que o caminho que segue não tem alternativa e aterrorizá-los com as consequências de qualquer outra opção política. 



A Grécia e a situação explosiva que ali se vive, são as armas de aremesso preferenciais para essa politica de Terror. 

O Sofisma*** impera na retórica dos actuais governantes. A Manipulação através da Linguagem é, por isso, decisiva nesse estratagema Kafkiano.

*** Sofisma ou sofismo (do grego antigo σόϕισμα -ατος, derivado de σοϕίξεσϑαι "fazer raciocínios capciosos") em filosofia, é um raciocínio aparentemente válido, mas inconclusivo, pois é contrário às próprias leis. Também são considerados sofismas os raciocínios que partem de premissas verdadeiras ou verossímeis, mas que são concluídos de uma forma inadmissível ou absurda. Por definição, o sofisma tem o objetivo de dissimular uma ilusão de verdade, apresentando-a sob esquemas que aparentam seguir as regras da lógica.

É um conceito que remete à ideia de falácia, sem ser necessariamente um sinônimo.

Historicamente o termo sofista, no primeiro e mais comum significado, é equivalente ao paralogismo matemático, que é uma demonstração aparentemente rigorosa que, todavia, conduz a um resultado nitidamente absurdo. Atualmente, no uso freqüente e do senso comum, sofisma é qualquer raciocínio caviloso ou falso, mas que se apresenta com coerência e que tem por objetivo induzir outros indivíduos ao erro mediante ações de má-fé.

(Wikipédia)


Grécia / Portugal - Descubra as Diferenças...



Como a Grécia sobrevive à crise: a SIC foi conhecer o país, hábitos e costumes
(Grande Reportagem SIC)