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Monday, August 03, 2015

O "Observador" míope ou o estado miserável do jornalismo em Portugal.



Começo com uma "Declaração de Princípios": Não estou "mandatado" nem autorizado pelo Dr. Álvaro Sobrinho (AS), meu cunhado, para quaisquer tipos de intervenções públicas em defesa do seu Bom Nome. Desconfio mesmo que aquilo que se segue não será do seu agrado. Contudo, direi sempre, quando entender, aquilo que penso, assumindo naturalmente as devidas responsabilidades.

Por razões que têm a ver com as nossas vidas pessoais não vejo nem falo com (AS) desde finais de 2014.

"Extinta" a minha relação profissional com o Banco Espírito Santo de Angola (BESA) - uma relação séria e produtiva que durou quase uma década - em 2013, por razões sobejamente conhecidas - (O BESA "afundou-se" com o BES e passou a ser "tóxico"...) os meus contactos com essa instituição tornaram-se "tóxicos" também e eu, como sofro de asma desde os 9 meses de idade, decidi afastar-me de qualquer polémica com ele (o ex-BESA) relacionada, do mesmo modo que me decidi afastar de praticamente tudo aquilo que tenha a ver com as relações entre Portugal e Angola, as notícias ou as atoardas que com isso tenham a ver.

Para preservar o que resta da minha sanidade mental, deixei de ver notícias - na televisão ou nos jornais, fechei a minha conta no facebook e só não vendo as televisões cá de casa pelos meus filhos...

Passei a ouvir rádio, como antigamente... A "Rádio Marginal" ou a "TSF", por sinal.

Porém, de vez em quando, recebo no meu computador (através dos "alertas do google" que há muito activei) notícias relacionadas com as pessoas que me são próximas - a minha família. Isso importa-me e afecta-me.

Hoje, recebi esta... 

Devo dizer que já nada me surpreende neste país que caminha para a total irresponsabilidade - a todos os níveis - e onde se instalou uma espécie de "vale tudo para vender seja o que for - até a mãe...".

A total ausência de valores éticos e morais e a difamação gratuita institucionalizaram-se.

Esta notícia do "Observador" é um "exemplo acabado" daquilo que antes afirmei.

Bem sei que estamos em Agosto e que, neste período, há uma certa escassez de "assuntos que vendam"...

Como não há assuntos, "inventam-se"... Sem qualquer sentido de responsabilidade e sem respeitar os princípios éticos e deontológicos a que o exercício do jornalismo - como tantos outros - está obrigado.

A notícia em causa "quer passar" a ideia de que o Dr. Álvaro Sobrinho, num kafkiano requinte de malvadez e vingança, comprou uma casa em frente à do seu "ex-patrão", agora  incompreensivelmente sujeito a medidas de prisão domiciliária tão extremas quanto ridículas) num gesto de "medição de forças", "ajuste de contas", ou de um infantil gozo de chegar à janela e acenar dizendo: " Tás aí meu sacana?! -  Eu estou aqui, à tua frente e até estou a fazer obras na casa para te "meter nojo"...

Se a notícia não fosse tão triste e decadente, tão falsa e (porque não dizê-lo?...) repugnante, ainda "dava para rir... Mas não dá.

O artigo do "Observador Míope" alega ainda (que ingenuidade!) testemunhos de algo utópico - os vizinhos - sem contudo referir quem são... Uma espécie de "abstracção"...

Eu também tenho vizinhos "ilustres" e um deles até é ministro e, às vezes, vejo-o no "Meu Super" aqui ao pé de casa.

Por acaso também estou a fazer algumas obras. Portanto, segundo a lógica cretina do "Observador", se eu fosse um "notável", ter-me-ia mudado para a casa onde vivo há uns anos apenas para infernizar a vida desse ministro...

O que mais me impressiona neste "jornalismo de esterco" - desculpem a expressão - não é tanto a facilidade como editam notícias sem qualquer fundamento ou sem se terem dado ao trabalho (primário e obrigatório em "gente de bem") de investigar, de confirmar as ditas "fontes", de averiguar os factos. Parece sair tudo da "mesa da cozinha" depois de deglutida uma garrafa de "Muralhas" a acompanhar um prato de caracóis...

Para acabar, porque já estou a ficar com urticária - acontece-me sempre que me refiro ao "esterco", devo dizer duas coisas:

Desde logo conheço aquela casa há alguns anos - bastantes.

Depois, pergunto aos (aos) mentecaptos, autores da referida peça jornalística se não avaliaram as seguintes hipóteses teóricas:


1- Não estará o Dr. Álvaro Sobrinho a fazer obras na casa porque lhe apetece?

2- Não estará o Dr. Álvaro Sobrinho a fazer obras na casa porque está farto da "vizinhança"?...

3- Como homem de negócios que é não estará o Dr. Álvaro Sobrinho a valorizar o imóvel para eventualmente procurar uma atmosfera menos poluída?

Há! Pois!... Não pensaram nisso e a "coisa" pega-se"...





Ou, se calhar, até pensaram mas, coitados, têm de respeitar a "voz do dono" e os ditames do mercado...

Lamentável...

Deprimente, diria...

Para onde caminha este país onde parece haver uma séria e renhida disputa pela cretinice e pela mentira entre os políticos, os média e toda essa cambada de energúmenos iletrados, imberbes e inconscientes?







Gonçalo Afonso Dias,

Cascais, 03 De Agosto de 2015




Saturday, June 09, 2012

TEMOS EQUIPA !


Portugal perdeu com a Alemanha - É um facto.
No entanto, fiquei satisfeito com o que vi - com a entrega dos nossos jogadores, com a concentração que lhes permitiu anular os tradicionais contra-ataques "relâmpago" da poderosa e robusta equipa germânica.

Não gosto, em futebol de afirmar que qualquer equipa perdeu injustamente nem o farei agora apesar das várias oportunidades de golo e das duas bolas aos ferros da baliza do gigante alemão.

A Alemanha marcou, Portugal não e a actuação do árbitro não condicionou coisa nenhuma.




(Mário Gomez marcou o golo da Alemanha - fotografia: Reuters)

Mas "fizemos" um grande jogo, dominámos por vários períodos, reagimos com garra ao golo sofrido.

No final não se viu ninguém da selecção portuguesa a "chorar". Estavam, também eles satisfeitos com aquilo que fizeram em campo, mostrando inequivocamente que a sua equipa não foi inferior à Alemanha.

No outro jogo da jornada a (também favorita) Holanda perdeu com uma Dinamarca renovada.
Quarta-feira há mais. Desta feita contra essa surpreendente Dinamarca.
Mas vai ser diferente. Portugal vai "abrir o livro" mais cedo e a Dinamarca, depois do que viu a selecção portuguesa jogar hoje, entrará em jogo mais nervosa, menos confiante, com maiores cautelas defensivas e um bloco defensivo mais baixo.

Aqueles que criticaram, antes do tempo, a preparação da selecção nacional e explicitaram um quadro negro para a sua prestação neste Euro engoliram em seco...

Não faltou motivação, querer, determinação, organização e entreajuda aos portugueses.

Por isso eu digo que temos equipa! Para ir o mais longe possível.

Paulo Bento, a estrear-se numa grande competição e os seus jogadores estão de parabéns e os portugueses devem orgulhar-se deles e acreditar. Acreditar sempre. (GAD)

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Paulo Bento
«Não fomos nada inferiores à Alemanha»

Apesar da derrota contra Alemanha, o selecionador, Paulo Bento, estava satisfeito com a atitude dos seus jogadores ao longo do encontro, recusando a ideia de que a sua equipa tenha sido em momento algum inferior ao adversário desta noite.

«Não fomos nada inferiores à Alemanha. O resultado é injusto. A falta de eficácia e de sorte acaba por nos penalizar», disse perentório Paulo Bento à RTP.

Numa análise mais extensa à partida, o técnico deixou claro que Portugal teve duas caras neste jogo.

«Na primeira parte a Alemanha teve mais domínio. Nós não estivemos tão eficazes na forma como saímos para o ataque, não conseguimos ligar o primeiro passe. Apesar disso acabámos por construir o lance mais flagrante de bola parada.

Na segunda parte tentámos corrigir algumas coisas. Entrámos bem no jogo, tínhamos o encontro controlado e com algum domínio. Acabámos por sofrer um golo num lance um pouco fortuito, através de um ressalto de bola.

Depois tivemos uma reação extraordinária. Tivemos um pouco mais de acerto na construção do nosso jogo. Nessa fase dominámos o jogo e que impedimos que a Alemanha saísse para o ataque». (sapo.pt)




ACTUALIZAÇÃO - 2012-06-10:


Avaliação individual dos jogadores portugueses

09.06.2012 23:47 Por Nuno Sousa, em Lviv 



Rui Patrício (nota 7 de 0 a 10)
Foi praticamente um espectador durante todo o encontro. Respondeu a um cabeceamento com dois minutos de jogo decorridos, travou um remate rasteiro de Podolski e depois foi solicitado, na maioria das vezes, para circular a bola com os pés. A excepção foi aquele lance em que a pontaria de Gomez o deixou sem reacção. Uma noite ingrata para qualquer guarda-redes.
Golos sofridos: 1
Defesas: 2

João Pereira (nota 5)
O jogador efervescente da Liga portuguesa geralmente desaparece quando entra em águas internacionais. Tentou não comprometer na defesa e, tirando um ou outro lance, cumpriu com eficácia. Mas o flanco direito sentiu falta das suas arrancadas e Nani raramente teve o apoio devido nas acções ofensivas. Os desequilíbrios no seu corredor só chegaram pelos pés de Varela.
Remates: 0
Kms percorridos: 10,9

Pepe (nota 7)
Teve 89 minutos e meio de excelência e um par de segundos de distracção. Mas são esses segundos que vão ficar na história do jogo. Aos 72’, permitiu que Mario Gomez ganhasse um metro de terreno para saltar sozinho nas suas costas e cabecear para a baliza. Foi pena. Pepe não merecia. Até porque antes estivera perto de fazer o golo, com um remate devolvido pela trave e pela linha da baliza.
Remates: 1
Kms percorridos: 10

Bruno Alves (nota 7)
Foi autoritário q.b. nos lances aéreos e muito pragmático nas bolas pelo chão, ajudando Pepe a fechar o eixo da defesa e saindo em socorro dos laterais, sempre que necessário. Esteve menos bem nas saídas de bola, especialmente no início do jogo, quando arriscou passes longos à procura de Ronaldo ou Nani. Frente a um dos melhores ataques da Europa, não deu sinais de fraqueza.
Remates: 1
Kms percorridos: 10,2

Fábio Coentrão (nota 7)
O lateral do Real Madrid tem personalidade para dar e vender. Com a bola nos pés, não tem medo de assumir o jogo, de criar desequilíbrios, mesmo que a condição física actual não seja a do Mundial de 2010. A defender, contou com a ajuda preciosa de Veloso, a atacar, tentou combinar essencialmente com Ronaldo. Quando foi preciso correr atrás do prejuízo, ainda teve pulmão para um último forcing e para ameaçar a Alemanha com o empate.
Remates: 1
Kms percorridos: 9,9

Miguel Veloso (nota 7)
Paulo Bento tinha dito que o tridente mais defensivo do meio-campo estava definido e percebeu-se porquê. Veloso esteve mais do que à altura do desafio. Soube fazer as compensações devidas à esquerda, soube encurtar o campo de progressão de Özil e soube segurar a bola, para a libertar de forma simples para os companheiros. Seria injusto pedir-lhe que tivesse ainda travado aquele cruzamento de Khedira.
Remates: 0
Kms percorridos: 10,9

Raul Meireles (nota 5)
Não assumiu tanto o jogo como noutras alturas, mas foi importante para suster a primeira linha de pressão do adversário. Infelizmente para Portugal, não chegou sequer a fazer uso de uma meia distância que até tem dado frutos na selecção. A um quarto de hora do fim, quando foi preciso arriscar, cedeu o lugar a Silvestre Varela.
Remates: 0
Kms percorridos: 9,9

Cristiano Ronaldo (nota 6)
As instruções de Löw para os defesas não devem ter sido muito diferentes destas: preocupem-se menos com Postiga e mais com Ronaldo. Por muito que o jogador do Real Madrid recuasse para pegar no jogo, encontrava pela frente um muro formado por Boateng, Hummels e Khedira. Quando o jogo entrou num ritmo mais alto, com as peças dos xadrez mais deslocadas, ainda deu uma amostra do seu talento, com um remate que Neuer só conseguiu sacudir para canto, aos 82’.
Remates: 4
Kms percorridos: 9,8

Nani (nota 6)
A preocupação com as investidas da Alemanha pelo flanco direito português foi tal que o seu talento ficou escondido durante demasiado tempo. Soltou-se mais na segunda parte e Lahm deu por isso. Aos 84’, acertou na trave com um cruzamento inesperado e teve duas arrancadas dignas de um extremo de nível mundial. Quando Varela entrou, passou mais para o lado esquerdo e ainda assustou com um remate de fora da área.
Remates: 2
Kms percorridos: 11,2

Hélder Postiga (nota 4)
Um par de bons pormenores individuais sem sequência no início do jogo e uma travessia no deserto até ao momento da substituição, totalmente oportuna. Fez o que pôde para pressionar e desgastar a dupla de centrais alemã, mas, a este nível, e sobretudo para um ponta-de-lança, isso não chega para justificar 90 minutos em campo.
Remates: 0
Kms percorridos: 8,5


Nélson Oliveira (nota 5)
Embora se compreenda a opção de Paulo Bento, depois de lançados os dados pode concluir-se que a entrada do avançado do Benfica só pecou por tardia. Mais dinâmico e, sobretudo, mais móvel do que Postiga, acabou por estar na génese do lance mais perigoso da partida, quando recebeu um passe de Coentrão, aguentou a pressão do adversário e serviu Varela para um golo que parecia fácil. Mera aparência.
Remates: 0
Kms percorridos: 2,8

Varela (nota 5)
A sua entrada obrigou Nani a pisar outros terrenos, mas a verdade é que acabou por mexer com o jogo, num período em que se pedia iniciativa a Portugal. Não acusou a responsabilidade de estar frente a frente com Lahm, embora o mesmo não possa dizer-se do braço-de-ferro com Neuer. Na cara do guarda-redes, aos 88’, falhou a melhor oportunidade do jogo. E com ela ruiu a hipótese de chegar ao empate.
Remates: 1
Kms percorridos: 1,8

A FIGURA DE PORTUGAL: João Moutinho (nota 8)
Se o médio do FC Porto tivesse poder de fogo de longa distância, seria praticamente o jogador perfeito. Paulo Bento entregou-lhe a condução do jogo ofensivo, na primeira fase de construção, e Moutinho soube sempre o que (e quando) fazer. Controlou os tempos de saída, jogou curto quando tinha de jogar, alargou quando detectou espaços para usar os corredores. Os alemães rapidamente perceberam qual era a principal fonte do futebol português e tentaram secá-la logo pela raiz, com entradas duras. Moutinho foi ao chão duas ou três vezes (numa foi pisado por Khedira), mas levantou-se sempre, para voltar a carregar a equipa. O seu critério no passe quase não tem paralelo na selecção e isso ficou claro aos olhos da Europa aos 64’, quando esperou até ao momento exacto para libertar a bola com um passe cruzado e isolar Ronaldo. E não deixa de ser impressionante que, para um jogador que ocupa terrenos defensivos, consiga terminar o jogo apenas com duas faltas cometidas (e outras tantas sofridas).
Remates: 1
kms percorridos: 11,1

Friday, May 11, 2012



Passos Coelho diz que desemprego pode ser uma oportunidade

O primeiro-ministro considerou que o desemprego não tem de ser encarado como negativo e pode ser «uma oportunidade para mudar de vida»

Durante a tomada de posse do Conselho para o Empreendedorismo e a Inovação, no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, Pedro Passos Coelho lamentou que «a cultura média» em Portugal seja a «da aversão ao risco» e que os jovens licenciados portugueses prefiram, na sua maioria, «ser trabalhadores por conta de outrem do que empreendedores».

Numa intervenção de cerca de vinte minutos, o primeiro-ministro defendeu que «essa cultura tem de ser alterada» e substituída por «um maior dinamismo e uma cultura de risco e de maior responsabilidade, seja nos jovens, seja na população em geral».

Passos Coelho referiu-se em especial aos portugueses que estão sem emprego: «'Estar desempregado não pode ser, para muita gente, como é ainda hoje em Portugal, um sinal negativo. Despedir-se ou ser despedido não tem de ser um estigma, tem de representar também uma oportunidade para mudar de vida, tem de representar uma livre escolha também, uma mobilidade da própria sociedade».

Segundo Passos Coelho, a Europa e Portugal precisam de apostar em «modelos de desenvolvimento de valor acrescentado, de forte base tecnológica» para ganharem competitividade económica, e não nos preços baixos.

«Essa não é a competitividade que nos interessa. No curto prazo, no meio da crise em que estamos, claro que é preferível ter trabalho, mesmo precário, do que não ter, claro que é preferível trabalhar mais do que não trabalhar, vender mais barato do que não vender», mas «o modelo para o futuro tem de ser o de acrescentar valor», reforçou.


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(GAD)
Se até agora tenho tentado ser contido nos adjectivos dedicados ao Sr. Primeiro-ministro de Portugal - Dr. Pedro Passos Coelho - depois das suas declarações - proferidas hoje, sobre o desemprego, sinto-me compelido a chamar "os bois pelos nomes": Não me recordo de um político tão hipócrita, tão demagogo e tão manipulador como este.

Em português mais arcaico, afirmo que, para além de "bimbo" e de "bronco", Passos Coelho é uma verdadeira Besta ***  que, para além de mentir compulsivamente aos portugueses, ainda os tenta subjugar e endrominar...

As declarações que Pedro Passos Coelho fez hoje ficaram, certamente, na história da hipocrisia política em Portugal.

Entendo que os portugueses, e nomeadamente os jovens desempregados portugueses, já não suportam as tão recorrentes e demagógicas ideias do "empreendedorismo, das "janelas de oportunidade" e de muitas outras tolices que saem da boca dos nossos governantes.

Urge reagir. Reagir violentamente contra este governo. Dar-lhe a reposta que impera.

Infelizmente vivemos num contexto político e social onde a regra é a despolitização, o alheamento, o conformismo.

Os senhores do Governo repetem até à exaustão que "Portugal não é a Grécia". Pois eu tenho muita pena que os portugueses não tenham um décimo da dignidade, da revolta, da capacidade de "ir à luta" que os gregos demonstram a cada momento.

Tenho pena que a nossa juventude, sem futuro, sem ambições, não reaja como se impunha. Como os espanhóis, por ex.

"O desemprego não tem de ser encarado como negativo e pode ser «uma oportunidade para mudar de vida." Foi o que disse Passos Coelho.

Então encaremos o crescente e alarmante desemprego como "oportunidades para mudar a vida"?!

Mas mudar qual vida, se a vida nos é negada...

Não nos podemos calar. É urgente reagir. Seja como for, seja como tiver de ser.

O primeiro-ministro, em cada declaração, em cada opinião, revela aquilo que, no fundo, é. Um homem inculto, impreparado, mas convicto nas suas opções absolutistas e vagamente fascistas.
O destino de Portugal está hoje entregue a energúmenos, inconscientes, impreparados, ignorantes e, para os quais a palavra "Democracia" pura e simplesmente perdeu toda a sua substância.

As palavras de Passos Coelho são facas espetadas nos direitos há muito consagrados pelos trabalhadores, pelos jovens, pelas pessoas.

Pedro Passos Coelho terá de ter a resposta adequada - a bem ou a mal...



***
O termo besta pode referir-se a:

§ Besta (arma), arma de tiro, também chamada de balestra.

§ Besta (carro), carro que foi produzido pela empresa sul-coreana Kia Motors.

§ Besta do Apocalipse, figura bíblica.

Besta pode significar ainda:

§ Um animal utilizado para tarefas que exigem grande esforço físico, normalmente chamados de animais ou bestas de carga;

§ Qualquer tipo de animal quadrúpede, especialmente de grande porte;

§ Um animal híbrido estéril originado do cruzamento entre duas espécies diferentes, como a mula, o muar, o bardoto, o caraval, o servical, o zebróide, o ligre;

§ Uma ofensa, significando "tolo", "ingênuo", "otário";

§ Um sinônimo de "diabo".

(Wikipédia)




Autor : Kimon Berlin, user:Gribeco 


ACTUALIZAÇÃO:
("O Público" , 2012-05-12)



Thursday, December 22, 2011

Arquitecto português foi escolhido num concurso internacional lançado pelo museu de Nova Iorque



Arquitecto português foi escolhido num concurso internacional lançado pelo museu de NovaIorque. "É o corolário de uma carreira de freelancer em áreas inovadoras na arquitectura." ("O Público)