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Wednesday, March 28, 2012

Fotografia - Alentejo


"A Luz do Alentejo", Évora, 2007



"Espião em Evoramonte", Evoramonte, 2007


"Alentejana", Alentejo, 2007



Monday, February 27, 2012

Retrato



"s/t."  Fotografia: Gonçalo Afonso Dias
Évora, 2007

Sunday, February 26, 2012

A Substância do Retrato



Fotografia: Gonçalo Afonso Dias
Évora, 2007


O Retrato

(…) Pensamos que se pode dizer, sem qualquer temor de cair no paradoxo, que a fotografia foi inventada para fazer o retrato do homem. É verdade que as primeiras fotografias são de paisagens ou de objectos, e não de homens. É verdade que as primeiras tomadas fotográficas eram de tal forma lentas que se tornava impossível fotografar uma pessoa, que nem sequer devia respirar. Mas tão logo as poses se tornaram toleráveis, talvez com o auxílio de um encosto para a cabeça, que o sucesso do retrato fotográfico se tornou arrasador, de muito longe superior à sua utilidade que, no entanto, é enorme.

Um sucesso que não teve quebras e permanece ainda hoje, pela simplíssima razão de que o retrato corresponde exactamente a necessidades precisas do homem. A menos que não se exasperem certas especializações – a fotografia de objectos para catálogos, por exemplo – o fotógrafo encontrará sempre algo a criar com a imagem da figura humana, na moda, na publicidade, na reportagem e em todos os outros géneros de fotografia.

Contudo, realizar um retrato fotográfico, se se pretender, naturalmente, um resultado apreciável, não é tão fácil como pode parecer. E ainda é menos fácil, se não completamente impossível, ensinar a fazer um retrato.

Não tanto pelos aspectos técnicos, uma vez que para os ensinar existem hoje na literatura fotográfica óptimos manuais; nem sequer pelos aspectos de composição e formais, que até nem são assim tão complexos, mas antes pelo conteúdo, a própria substância do retrato, pelo significado que se lhe pode e deve conferir. Para que um retrato seja qualitativamente apreciado, é evidente que deve ser tecnicamente perfeito que, de um ponto de vista formal, deve responder a determinados requisitos, mas é igualmente claro que, deve dizer-nos alguma coisa, mais sobre o seu autor para além da descrição da sua habilidade na utilização das objectivas e das luzes, ou da educação do seu gosto e da sua maneira de ver.

Um retrato deve dizer-nos qual é o pensamento, a opinião do autor sobre a pessoa que foi retratada; se o fotógrafo conseguiu, ou não, estabelecer uma relação com o seu tema: quem é a pessoa fotografada, que tipo humano representa, a que classe ou a que estrato pertence, qual o seu temperamento, o seu ânimo; se é rica ou pobre, feliz ou infeliz, alegre ou triste. Estas e outras coisas podem ser encontradas num retrato fotográfico. Nem sempre, e não necessariamente, todas juntas, mas são estes os elementos que constituem a substância do retrato.(…)

(A Fotografia – as formas, os objectos, o homem - Antonio Arcadi – Edições 70)

Thursday, February 23, 2012

O Fialho, Évora

"O Fialho"




Ir a Évora e não visitar "O Fialho" é como ir a Roma e não ver o Papa...

Numa noite memorável conheci os filhos do Manuel Fialho que deram continuidade ao trabalho do seu pai. No retrato - Amor Fialho - uma simpatia, um bom homem, excelente anfitrião.

A História do "incontornável" Fialho:
O Restaurante Fialho começou por ser uma tasca, fundada por Manuel Fialho em 1948, com a colaboração dos seus filhos Amor, Gabriel e Manuel. Os actuais donos, Gabriel, que tem a seu cargo a cozinha, e Amor, responsável pelas Relações Públicas, continuam a obra de seu pai.
No início dos anos 50 começou a servir petiscos e alguns pratos da comida tradicional alentejana , de confecção simples mas cuidada e dispondo de uma já razoável lista de vinhos.
Na década de 60 passou a ser “Casa de Pasto”, servindo numa base mensal alguns comensais, funcionários públicos e administrativos deslocados em Évora, sendo dessa fase o período do frango caseiro de churrasco, ao tempo famoso. Foi também na década de 60 que foram introduzidas obras de remodelação e ampliação que conferiram parte da actual traça do Restaurante. Esta remodelação (1965) ficou a cargo do Exmo Sr. Arquitecto Ruy Couto e ao construtor civil eborense, Romeu Mendes.
Na década de 70, o “ Fialho” esmerou-se no empenho de alargar e melhorar a qualidade da oferta, através da recolha de pratos tradicionais da região, alguns praticamente desaparecidos como a “Favada Real de Caça”, servida pelo rei D. Carlos aos seus convidados depois das caçadas, a “Sopa de Beldroegas”, “Migas Gata”, “Poejada de Bacalhau” e outros manjares alentejanos.



(Amor Fialho. Fotografias: Gonçalo Afonso Dias, Évora 2007)


Travessa das Mascarenhas 16
Évora
7000-557 ÉVORA
Distrito: Évora
Concelho: Évora
Freguesia: Santo Antão


Tel:  266 70 30 79
Fax: 266 74 48 73

Chefe de Sala: Amor Fialho

Chefe de Cozinha: Gabriel Fialho

Relações Públicas no Exterior: Manuel Fialho

Horário:
13:00 - 16:00
19:00 - 23:00

Encerra 2ª Feira


(Clique para aumentar)