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Sunday, March 25, 2012

25 de Março de 2012




A "BOA NOTÍCIA":
Moreira da Silva vai ser «coordenador» da comissão política do PSD

«No Congresso do PSD, Pedro Passos Coelho explicou que Jorge Moreira da Silva vai coordenar a atividade política do partido «em matéria corrente».

O presidente do PSD anunciou, este sábado, que Jorge Moreira da Silva vai ocupar as funções de «coordenador permanente» da comissão política do PSD e da atividade política do partido «em matéria corrente».

Pedro Passos Coelho, que também confirmou Moreira da Silva como primeiro vice-presidente do partido, fez este anúncio durante o Congresso do PSD, onde foram comunicadas as alterações aos órgãos diretivos dos sociais-democratas.»


(GAD):
Poderá parecer estranho, incoerente mesmo, dar aqui hoje como uma "Boa Notícia", a confirmação de Jorge Moreira da Silva (JMS) como vice-presidente do PSD e a acrescida responsabilidade que lhe foi conferida, no presente Congresso do PSD
de "fazer a coordenação permanente da comissão política e da actividade do partido".

«Isto é, Moreira da Silva assume-se como o primeiro vice-presidente ou como o número dois do PSD, tal como Paulo Portas fez com Nuno Melo no CDS. E substitui, assim, Paula Teixeira da Cruz, que, tal como o Económico tinha já avançado, sai da vice-presidência porque, entretanto, assumiu funções governativas como ministra da Justiça."»

Pode, de facto, parecer estranho e incoerente para quem visita este blogue com alguma regularidade e constatou, há muito, que eu sou assumidamente um homem de esquerda, numa oposição intelectual permanente às políticas levadas a cabo pelo PSD e aos laivos de totalitarismo do seu líder.

A explicação para considerar esta uma "boa notícia" é simples: conheço e considero o Eng.Jorge Moreira da Silva como um amigo.

Convivi intensamente (JMS) e com a sua família no âmbito da minha actividade profissional - projectei e acompanhei entre 2002 e 2006 a obra da sua casa no Restelo, da minha autoria. Em momento algum, no enredo em que a burocracia envolve os cidadãos nessas circunstâncias (JMS) "puxou dos galões". Submeteu-se com uma enorme determinação e uma rara humildade a todos os trâmites de um processo desta natureza.






Acompanhou a "sua obra" diariamente, com empenhamento, com paixão.
Por isso, mais do que considerar que esta é uma "boa notícia", envio os meus sinceros parabéns ao Eng. Jorge Moreira da Silva.
Espero, porém, que Passos Coelho tenha também a humildade de aprender alguma coisa com ele...




Projecto e fotografia: Gonçalo Afonso Dias



A "MÁ NOTÍCIA": 





Quase sete mil imóveis foram entregues aos bancos em dação em pagamento por famílias e por promotores imobiliários em 2011, em resultado do incumprimento nos créditos à habitação e à construção, segundo estimativas da associação que representa o setor imobiliário. 



De acordo com as estimativas da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP), "cerca de 6.900 imóveis foram entregues em dação em pagamento". 

Só no mês de dezembro foram entregues 1.100 imóveis, o que representa "o pior resultado do ano transato e substantiva-se como o corolário de um segundo semestre extremamente difícil, em que o agravamento homólogo deste fenómeno se situou em torno dos 17,9 por cento". 

As estimativas da APEMIP indicam que as áreas metropolitanas de Lisboa e Porto concentram 45,2 por cento do número total de imóveis entregues no ano passado, sendo que dos 10 municípios mais penalizados em termos nacionais, apenas três - Loulé, Ponta Delgada e Braga - não pertencem a estas duas regiões. 

Estes números foram acompanhados por uma quebra de 7,2 por cento do número de transações no setor imobiliário, face a 2010. 

No que respeita ao parque habitacional português, os resultados pré-provisórios dos Censos 2011 indicam que, entre 2001 e 2011, foi registado um crescimento de 37,6 por cento dos alojamentos vagos para arrendar, com o total dos espaços arrendados a ter crescido 6,3 por cento face à viragem do século.

Tuesday, January 24, 2012

24 de Janeiro de 2012



A "BOA NOTÍCIA":

Aimar ainda não pensa em parar 

Por Paulo Alves

Aos 32 anos, Pablo Aimar vive na Luz uma das melhores temporadas desde que chegou a Portugal para representar o Benfica.

Golos, assistências e uma preponderância na equipa reconhecida por companheiros, treinadores e dirigentes, situação que lhe abre a porta à possibilidade de renovar contrato com as águias quando está a escassos seis meses do final do vínculo com o emblema encarnado.

Aimar é um dos jogadores em destaque na edição de fevereiro/março da revista da Liga dos Campeões, a Champions Magazine, e na entrevista concedida o argentino não revela pistas sobre o futuro, ainda assim deixa a certeza de que aos 32 anos não pensa em abdicar do futebol.

Significativo quando está a poucos meses de terminar o contrato com as águias:

— Honestamente posso dizer que nunca pensei, estou farto. Não quero parar. Sei que, por vezes, alguém me cita a dizer que estou a pensar desistir, mas isso não tem qualquer sentido, nunca disse que iria desistir, nunca senti isso sequer. Pelo contrário. Adoro o que faço, adoro o futebol, o balneário. Não troco por nada o ritual de chegar ao balneário onde podem estar super estrelas, mas na realidade, ali, são apenas pessoas normais. No relvado fazemos parte de uma equipa, e eu adoro isso.

Quando os encarnados jogaram com o Manchester United, Alex Ferguson não poupou elogios a «el mago», que de resto até marcou em Manchester.

«Fiquei encantado, senti-me pequenino quando Alex Ferguson falou de mim antes desse jogo. Imaginem, um treinador com a experiência dele, com tantos anos a trabalhar com os melhores... foi um dos momentos em que senti mais orgulho enquanto futebolista», confessou.

Aimar fala do futebol com sentimento, com paixão:

— O futebol é um desporto de contacto e é difícil estar sempre fisicamente no máximo, e também já tive tempos difíceis.» A operação a uma pubalgia, quando estava no Saragoça, foi, para Aimar, o período mais difícil que viveu.

  


Fotografia: "A Bola"

A "MÁ NOTÍCIA":
Mercado imobiliário regista recorde pela negativa em 2011

NEGÓCIOS

24/01/12, 01:03
OJE

O mercado imobiliário bateu recordes pela negativa em 2011, no retalho, escritórios e investimentos, conclui a consultora imobiliária Jones Lang LaSalle, sublinhando que a incerteza política e económica influenciaram "profundamente" o setor.

No mercado de escritórios, registou-se, em 2011, a absorção de 87 649 metros quadrados (m2) de espaços, a mais baixa da última década, apresentando a taxa de disponibilidade uma tendência crescente ao longo de 2011, terminando nos 12,5%.

"A área de escritórios concluída em 2011 ascende a 54 259 metros quadrados e, para os dois próximos anos, não deverá superar os 52 611 m2, o que traduz uma média anual na ordem dos 26 000 m2", refere a consultora em comunicado.

No investimento imobiliário, o volume transacionado no ano passado não chegou aos 200 milhões de euros, uma queda de mais de 70% face ao ano anterior, sendo a falta de financiamento e de liquidez os fatores marcantes nesse ano.

No retalho, foram inaugurados cinco empreendimentos comerciais, com uma área de 113 966 m2, abaixo da média anual de 210 mil m2 inaugurados ao longo da última década.

As perspetivas da consultora para 2012 são a de que a absorção de escritórios e as vendas no retalho continuem a ser afetadas pelo agravamento da depressão económica, do desemprego e do menor poder de compra. "A escassez de financiamento e a pressão para reduzir rendas serão ainda fatores a marcar o imobiliário, além das expectativas referentes ao impacto da nova Lei do Arrendamento, especialmente no que concerne o mercado habitacional".