Thursday, September 30, 2010

AUSTERIDADE

Fotografia: Gad, 2010

Austeridade: conheça as medidas

Hoje às 10:19São cerca de 30 as medidas que integram a proposta de Orçamento de Estado para 2011. Algumas delas entrarão em vigor ainda este ano.
Medidas a aplicar já em 2010:
Eliminar o aumento extraordinário de 25% do abono de família nos 1.º e 2.º escalões e eliminar os 4.º e 5.º escalões desta prestação;

Reduzir as ajudas de custo, horas extraordinárias e acumulação de funções, eliminando a acumulação de vencimentos públicos com pensões do sistema público de aposentação;

Reduzir as despesas com medicamentos e meios complementares de diagnóstico no âmbito do Serviço Nacional de Saúde e reduzir os encargos com a ADSE;

Congelar as admissões e reduzir o número de contratados;

Reduzir as despesas de investimento;

Aumentar as taxas em vários serviços públicos designadamente na Justiça e Administração Interna;

Aumentar em um ponto percentual a contribuição dos trabalhadores para a CGA;

Transferência de planos de pensões da Portugal Telecom para o Estado, de forma a compensar a despesa extraordinária relativa à aquisição dos submarinos e a execução abaixo do previsto da receita não fiscal.

Para 2011, redução da despesa:

Reduzir os salários dos órgãos de soberania e da Administração Pública, incluindo institutos públicos, entidades reguladoras e empresas públicas.
Esta redução é progressiva e abrangerá apenas as remunerações totais acima de 1500 euros por mês. Incidirá sobre o total de salários e todas as remunerações acessórias dos trabalhadores, independentemente da natureza do seu vínculo. Com a aplicação de um sistema progressivo de taxas de redução a partir daquele limiar, obter-se-á uma redução global de 5% nas remunerações;

Congelar as pensões;

Congelar as promoções e progressões na Função Pública;

Congelar as admissões e reduzir o número de contratados;

Reduzir as ajudas de custo, horas extraordinárias e acumulação de funções, eliminando a acumulação de vencimentos públicos com pensões do sistema público de aposentação;

Reduzir as despesas no âmbito do Serviço Nacional de Saúde, nomeadamente com medicamentos e meios complementares de diagnóstico;

Reduzir os encargos da ADSE;

Reduzir em 20% as despesas com o Rendimento Social de Inserção;

Eliminar o aumento extraordinário de 25% do abono de família nos 1. º e 2.º escalões e eliminar os 4.º e 5.º escalões desta prestação;

Reduzir as transferências do Estado para o Ensino e sub-sectores da Administração: Autarquias e Regiões Autónomas, Serviços e Fundos Autónomos;

Reduzir as despesas no âmbito do Programa de Investimentos e Despesas de Desenvolvimento da Administração Central (PIDDAC);

Reduzir as despesas com indemnizações compensatórias e subsídios às empresas;

Reduzir em 20% as despesas com a frota automóvel do Estado;
Extinguir/fundir organismos da Administração Pública directa e indirecta;

Reorganizar e racionalizar o Setor Empresarial do Estado reduzindo o número de entidades e o número de cargos dirigentes.

Em 2011, para aumentar a receita:

Revisão das deduções à colecta do IRS (já previsto no PEC);

Revisão dos benefícios fiscais para pessoas coletivas;

Convergência da tributação dos rendimentos da categoria H com regime de tributação da categoria A (já previsto no PEC);

Aumento da taxa normal do IVA em 2 pontos percentuais;

Revisão das tabelas anexas ao Código do IVA;

Imposição de uma contribuição ao sistema financeiro em linha com a iniciativa em curso no seio da União Europeia;

Aumento em 1 ponto percentual da contribuição dos trabalhadores para a CGA, alinhando com a taxa de contribuição para a Segurança Social;

Código contributivo (já previsto no PEC);

Aumento de outra receita não fiscal;

Revisão geral do sistema de taxas, multas e penalidades no sentido da actualização dos seus valores e do reforço da sua fundamentação jurídico-económica;

Outras receitas não fiscais previsíveis resultantes de concessões várias: jogos, explorações hídricas e telecomunicações.

Fonte: Ministério das Finanças

Cavaco Silva assegura que se vai manter à margem de debate partidário


TSF /Hoje às 11:33


Fotografia: Gad. 2010

... Porque há dias mais tristes do que outros.

Fotografia: Gad. Arredores de Ciudad Rodrigo, Espanha, 2010

Tristeza não tem fim
Felicidade sim
A felicidade é como a pluma
Que o vento vai levando pelo ar
Voa tão leve
Mas tem a vida breve
Precisa que haja vento sem parar
A felicidade do pobre parece
A grande ilusão do carnaval
A gente trabalha o ano inteiro
Por um momento de sonho
Pra fazer a fantasia
De rei ou de pirata ou jardineira
Pra tudo se acabar na quarta-feira
Tristeza não tem fim
Felicidade sim
A felicidade é como a gota
De orvalho numa pétala de flor
Brilha tranqüila
Depois de leve oscila
E cai como uma lágrima de amor
A felicidade é uma coisa boa
E tão delicada também
Tem flores e amores
De todas as cores
Tem ninhos de passarinhos
Tudo de bom ela tem
E é por ela ser assim tão delicada
Que eu trato dela sempre muito bem
Tristeza não tem fim
Felicidade sim
A minha felicidade está sonhando
Nos olhos da minha namorada
É como esta noite, passando, passando
Em busca da madrugada
Falem baixo, por favor
Pra que ela acorde alegre com o dia
Oferecendo beijos de amor

(A Felicidade - Vinicius de Moraes)



(Tom Vinícius Toquinho e Miúcha 12 - A Felicidade)

Orçamento vai ao encontro de «preocupações do PSD», diz ministro



Fotografia: Gad, 2010

E o Porco sou eu ?!!!

Fotografia: Gad, 2010

Sunday, September 26, 2010

Bom Domingo!


Fotografias: Gad. Rio Àgueda - Ciudad Rodrigo, Espanha, 2010

Saturday, September 18, 2010

Tacones Lejanos

Fotografia: Gad. La Alberca, Espanha, 2010


Bom fim-de-semana !

Fotografia: Gad. Àvila, Espanha, 2010

Sunday, September 12, 2010

Alegria no trabalho

Fotografia: Gad. Plascência, Cáceres, 2010

Saturday, September 11, 2010

Thursday, September 09, 2010

Alucinação

Fotografia: Gad. Salamanca, 2010

Wednesday, September 08, 2010

Luz

Fotografia: Gad. La Alberca, Espanha, Agosto 2010

Friday, August 27, 2010

Saturday, August 14, 2010

Wednesday, August 11, 2010

Provável Inquilino

Fotografia: Gad. Rua Stª Catarina, Porto, 2010

Ao percorrer as mais antigas e históricas ruas das nossas cidades e vilas constata-se o estado de decadência, de abandono e de risco de grande parte dos edifícios de habitação, sobretudo privados aí localizados, em locais nobres. As razões são por demais conhecidas, as motivações dos donos também... O que já não é admissível é a negligência das Câmaras Municipais e das autoridades que, tendo ao seu dispor uma legislação implacável (obras compulsivas, por ex.) permanecem impunes, negligentes até. "De vez em quando", sem motivo aparente, na calada da noite, surge mais um incêndio... "A casa vai abaixo", os bombeiros fazem o seu papel, os autarcas - solidários com os desalojados mostram-se transtornados e repetem as promessas apropriadas para a ocasião.
As cidades e os cidadãos perdem o seu património, o seu passado, os desalojados perdem-se no enredo das promessas de gabinete, perdemos todos um pouco da nossa identidade. Quase todos. Porque há quem não a tenha.

Sunday, August 08, 2010

Saturday, August 07, 2010

Tolerância 0




(...) mais do que o descarado olhar de escárnio da senhora, impressiona-me a postura e a expressão do homem ... desolado, de olhar perdido no chão, vergado pelo peso de tantos e tantos olhares (só olhares?) como esse. Julgo que é apenas mais uma demonstração da intolerância e do atraso que caracteriza as nossas grandes cidades e noutra escala o nosso País. Ser Cosmopolita, abraçar com alegria as diferenças culturais, as escolhas (sejam elas de que natureza forem) é algo que talvez os meus filhos ainda possam vir a viver... Por enquanto, quem pode dá um "salto" a Londres, a NY, ou até a Barcelona.(...)
Gad, 2010