Wednesday, November 23, 2011

Deixem-nos rir! (3)


Deixem-nos rir! (2)



REVERÊNCIA AO DESTINO


Fotografia: Gad. Oeiras, 2011 

Reverência ao destino

Falar é completamente fácil, quando se tem palavras em mente que expressem sua opinião.
Difícil é expressar por gestos e atitudes o que realmente queremos dizer, o quanto queremos dizer, antes que a pessoa se vá.

Fácil é julgar pessoas que estão sendo expostas pelas circunstâncias.
Difícil é encontrar e refletir sobre os seus erros, ou tentar fazer diferente algo que já fez muito errado.

Fácil é ser colega, fazer companhia a alguém, dizer o que ele deseja ouvir.
Difícil é ser amigo para todas as horas e dizer sempre a verdade quando for preciso.
E com confiança no que diz.

Fácil é analisar a situação alheia e poder aconselhar sobre esta situação.
Difícil é vivenciar esta situação e saber o que fazer ou ter coragem pra fazer.

Fácil é demonstrar raiva e impaciência quando algo o deixa irritado.
Difícil é expressar o seu amor a alguém que realmente te conhece, te respeita e te entende.
E é assim que perdemos pessoas especiais.

Fácil é mentir aos quatro ventos o que tentamos camuflar.
Difícil é mentir para o nosso coração.

Fácil é ver o que queremos enxergar.
Difícil é saber que nos iludimos com o que achávamos ter visto.
Admitir que nos deixamos levar, mais uma vez, isso é difícil.

Fácil é dizer "oi" ou "como vai?"
Difícil é dizer "adeus", principalmente quando somos culpados pela partida de alguém de nossas vidas...

Fácil é abraçar, apertar as mãos, beijar de olhos fechados.
Difícil é sentir a energia que é transmitida.
Aquela que toma conta do corpo como uma corrente elétrica quando tocamos a pessoa certa.

Fácil é querer ser amado.
Difícil é amar completamente só.
Amar de verdade, sem ter medo de viver, sem ter medo do depois. Amar e se entregar, e aprender a dar valor somente a quem te ama.

Fácil é ouvir a música que toca.
Difícil é ouvir a sua consciência, acenando o tempo todo, mostrando nossas escolhas erradas.

Fácil é ditar regras.
Difícil é seguí-las.
Ter a noção exata de nossas próprias vidas, ao invés de ter noção das vidas dos outros.

Fácil é perguntar o que deseja saber.
Difícil é estar preparado para escutar esta resposta ou querer entender a resposta.

Fácil é chorar ou sorrir quando der vontade.
Difícil é sorrir com vontade de chorar ou chorar de rir, de alegria.

Fácil é dar um beijo.
Difícil é entregar a alma, sinceramente, por inteiro.

Fácil é sair com várias pessoas ao longo da vida.
Difícil é entender que pouquíssimas delas vão te aceitar como você é e te fazer feliz por inteiro.

Fácil é ocupar um lugar na caderneta telefônica.
Difícil é ocupar o coração de alguém, saber que se é realmente amado.

Fácil é sonhar todas as noites.
Difícil é lutar por um sonho.

Eterno, é tudo aquilo que dura uma fração de segundo, mas com tamanha intensidade, que se petrifica, e nenhuma força jamais o resgata.
Carlos Drummond de Andrade

Monday, November 21, 2011

Deixem-nos rir! (1)


" The Braganza Mothers" ou, a apologia ao racismo, à xenofobia, à violência, à discriminação ou ainda, a Impunidade dos Crimes praticados no Espaço Cibernáutico

.


Fotografia: Gonçalo Afonso Dias, Oeiras 2009




Em Novembro de 2007 aqui editei um post que abordava o Racismo, a Discriminação e a Xenofobia presentes e em expansão na nossa sociedade, a propósito do assassinato pela PSP do jovem negro de 14 anos de nome Edson Sanches.
Dois anos depois, constato que na sociedade portuguesa, o racismo, a discriminação, a xenofobia e a intolerância não só se agravaram como tomaram formas mais "requintadas", encapotadas e perversas.
A crise socioeconómica que vivemos é agora pretexto para novas manifestações xenófobas, no mais perigoso dos procedimentos racistas - o racismo institucionalizado, disfarçado mas implícito em procedimentos de natureza e origem diversificadas e transversais na sociedade.
Numa Europa em acentuada "Viragem à Direita", manipulada e gerida pelos interesses económicos do "Eixo Franco-Alemão", os fenómenos da Xenofobia e do Racismo têm tempo, espaço e dissimuladas motivações para crescer, numa lógica directamente proporcional à manifesta redução dos Direitos, Liberdades e Garantias dos cidadãos.
Prevalecem, agora, mais do que nunca, o "Jornalismo de Perseguição", as escutas ilegais e as fugas de informação de casos em Segredo de Justiça, combustíveis preciosos para alimentar a "máquina de (des)informação" de uma opinião pública fragilizada, inconsistente e vulnerável.
Paralelamente, multiplicam-se no poderoso meio de comunicação que é a Internet, blogues, sites e declarações onde se viola sistematicamente a Constituição da República Portuguesa no que respeita à difamação, ao racismo, à xenofobia e à incitação à violência.
As autoridades a quem cabe a monitorização dos conteúdos e práticas criminosas no meio cibernautico acabam por ser, pela passividade que demonstram, cúmplices silenciosos desses verdadeiros atentados aos Direitos Fundamentais do Ser Humano.
Como cidadão de Pleno Direito, cumpridor das obrigações e deveres que a Lei determina, exijo, com veemência, uma actuação honesta, descomprometida e em "tempo útil" das autoridades a quem compete a regulação, a fiscalização e a condenação dos actos criminosos atrás referidos.
Como Homem, defensor incondicional dos Direitos Humanos, estou hoje como sempre estive, do lado das minorias, sem medo daqueles que cobardemente e por distintas vias tentam pressionar, intimidar ou silenciar o que aqui escrevo. E o que aqui escrevo, sobre este e muitos outros assuntos é aquilo que eu Penso.
Recentemente, e após reagir num popular blogue português - o Braganza Mothers - a um post manifestamente racista, vi o meu sítio ser infestado por pretensos "amigos do blogue" originários desse violento e criminoso site, ´sob "nomes de guerra" boçais, ordinários e pornográficos, com a intenção óbvia de denegrir um sítio dedicado à arte, à cultura e à opinião livre, informada e fundamentada. Pela primeira vez, neste blogue que já conta quase sete anos de edição, vi-me obrigado a bloquear membros, depois de há já muito tempo, por razões semelhantes, ter sido forçado a moderar os comentários que aqui são feitos.
Pela primeira vez fui agora vitima de uma ameaça explícita à minha liberdade e à minha integridade física, (...) Ó, Gonçalo, andaste a decorar os apartamentos de milhões de euros que o outro comprava? Se andaste, identifica-te, porque dia 30 de novembro, as forças armadas vão pôr ordem nesta choldra. (...)  cujo autor é um dos "clientes habituais" do Braganza Mothers, intitulado "O militar que também alinha",e cujo site pessoal está linkado (pasme-se!) ao Site Oficial do Corpo de Fuzileiros. Esse Corpo do Exército, nomeadamente o seu Comandante, terá conhecimento deste aproveitamento do seu Estatuto?
E se não tem, como é que não tem?!
Não só não tenho medo, como tenho (in)formação e meios para, em sede própria, re(agir) adequadamente a esse e a outros cobardes marginais e a esse e outros sítios onde diariamente se praticam crimes e atentados aos Direitos e à liberdade das pessoas.





"O que mais me preocupa não é o grito dos violentos, nem dos corruptos, nem dos sem-carácter, nem dos sem-ética.
O que mais me preocupa é o silêncio dos bons."

(Martin Luther King Jr.)


Gonçalo Afonso Dias,

21 de Novembro de 2011





A propósito do "Caso Duarte Lima" ou, quando a Justiça é (des)feita nas "Ruas da Amargura"


Neste como em muitos casos mediáticos, em Portugal, fruto da ignorância e da falta de cultura (democrática, em particular), os julgamentos ocorrem primeiro na Praça Pública com a subsequente "execução sumária" ditada por uma opinião pública influenciada pelo histerismo dos media na corrida pela manchete de maior impacto e, consequentemente, de maior rentabilidade.
A pedra basilar da justiça num Estado de Direito - a Presunção de Inocência - é, desse modo, sumáriamente desvirtuada.
Independentemente do que vier a ser apurado pelos tribunais e decidido pelos juízes, o Bom Nome da pessoa em causa fica irremediavelmente denegrido.
É imperativo, quando se reclama e se pugna por uma Justiça célere e eficaz, que se respeitem as regras que a regulam.
O tom boçal da generalidade dos comentários às notícias sobre o assunto, feitos cobardemente sob anonimato, evidencia, por um lado, as profundas limitações intelectuais dos seus autores, e por outro, uma ignorância atroz, para além de uma predisposição doentia para a difamação, a discriminação, a xenofobia, e o racismo, tão característicos das sociedades totalitaristas, atrasadas e culturalmente vazias.


"A astúcia do Direito consiste em valer-se do veneno da força para evitar que ela triunfe (Miguel Reale - Lições Preliminares de Direito)"

Wednesday, November 16, 2011

Tuesday, November 15, 2011

"Abordagem crítica do pensar arquitectura em Angola - A responsabilidade acrescida do arquitecto"




"Abordagem crítica do pensar arquitectura em Angola - A responsabilidade acrescida do arquitecto"

É o tema da  intervenção que farei no âmbito do convite que me foi dirigido pela Ordem dos Arquitectos Portugueses, em associação com a AITECOEIRAS, para integrar o Painel C (Arquitectura  de Espaços Exteriores e Mobiliário Urbano) do 3º Workshop em Tecnologias Tropicais que decorrerá no próximo dia 22 de Novembro no Centro de Congressos do Lagoas Park, em Oeiras.


PAINEL C:

Moderador: Eng. Fernando Rolin, Presidente da Confederação Europeia das Indústrias do Mobiliário
15h00:A Arquitectura Sustentável nos Trópicos – O Projecto SURE-África
Arq. Manuel Correia Guedes, Professor Associado do Instituto Superior Técnico
15h15:A Arquitectura dos Espaços Exteriores em Ambiente Tropical
Arq. José Manuel Fernandes, Professor Catedrático da Faculdade de Arquitectura de Lisboa, com a colaboração do Arq. Fernão Carvalho
15h30:A Sinalética Direccional Rodoviária Urbana no Contexto Tropical
Dr. António Pinto Bernardo, Director-Geral da Urbiface
15h45:Abordagem Crítica do Pensar Arquitectura em Angola - A Responsabilidade Acrescida do Arquitecto
Arq. Gonçalo Afonso Dias
16h00:Mesa Redonda





"Obra de Autor Desconhecido",

Wednesday, November 09, 2011

FOTOGRAFIA - RETRATOS


S/T
Feira de S. Martinho, Golegã, Novembro 2011

"Eu vou convosco à bola"
(Dois companheiros "de bola")
Estádio Alvalade, Outubro 2011




Fátima #01
Fátima Lopes, Feira de S. Martinho, Golegã 2011
Fotografias: GAD

Friday, July 29, 2011

DUO


Fotografia: Gad. Porto, 2011

Thursday, July 28, 2011

RESQUÍCIOS DE VIDA

Fotografia: Gad. V. N. Gaia, 2011

Wednesday, July 27, 2011

OLHAR O PORTO


Fotografia: Gad. V. N. Gaia, 2011

FUTURO


Fotografia: Gad. Porto, 2011

Saturday, July 23, 2011

"HOMEM DE PEDRA"



FOTOGRAFIA: Gad, Porto, 2011


Homem de Pedra

Já fui um grão de areia todos pisavam em mim
Agora resolvi tomar uma decisão
Não sou mais grão de areia, virei uma pedra bruta
De pedra transformei também o meu coração.

De pedra muito dura fiz pra sempre meu destino
De aço construí minha imaginação
O pranto dos meus olhos para sempre envenenei
Pra matar seu orgulho e a sua traição.

Sou um homem de pedra e não penso mais em nada
Foi o meu sofrimento que me fez ficar assim
Não amo mais ninguém e não quero se amado
E agora desse jeito quero ver quem pisa em mim.

Homem de pedra que não tem mais compaixão
Não tem alma não tem nada nem amor nem ilusão
E só assim silenciou meu sofrimento
Sou agora uma estatua sem abrigo no relento.

(Trio Parada Dura)

O SUBSÍDIO DE NATAL


Fotografia: Gad. Porto, 2011

Friday, July 08, 2011

Era uma vez um "Menino Bom" que levou um "Murro no Estômago"

(Ilustração: Net)


O Menino Bom
O menino bom sentava-se na primeira fila da sala para ver e ser visto pelo (a) St'ôr(a).
O menino bom dava-se apenas com os (poucos) meninos bons da sua classe.
O menino bom gostava de agradar aos pais, aos avós e, sobretudo, aos professores.
O menino bom gastava apenas o dinheiro necessário para a senha do almoço e para o lanche.
O menino bom fartava-se de "marrar" e tinha sempre, por isso, excelentes notas.
O menino bom passou no exame com um admirável aproveitamento. Não houve, nesse ano, mais nenhum(a) menino(a) se aproximasse, sequer, das altas notas do menino.
Nas férias, o menino bom, ao contrário dos seus colegas que foram para a praia e ao cinema, fez "a correr" todos os trabalhos de casa e estudou a matéria que ainda estava por dar.
Quando o ano começou o menino bom levou um "MURRO NO ESTÔMAGO"... A matéria tinha mudado e os professores já não eram os mesmos. Tanto empenhamento para o "LIXO"! clamaram os pais do menino.
O menino bom ficou desapontado com a maldade que lhe haviam feito. No primeiro teste do novo ano o menino bom teve a pior nota da sua vida. Culpou os professores, a escola e até os pais por não o terem avisado dos riscos que corria em fazer "olhinhos bonitos" aos seus professores.
Os outros meninos, excepto aqueles meninos (também) bons, habituados a passar "À RASCA" rapidamente se afastaram dele e, não disfarçavam os sorrisos maliciosos sempre que o menino bom por eles passava, agora de olhos postos no chão.
Os meninos bons, amigos do menino bom, logo se afastaram do cantinho do recreio onde, antes, os bonzinhos se reuniam, com medo do contágio da desgraça que tinha caído sobre a cabecinha do seu amigo.
Moral da história: O menino bom, apesar dos seus inegáveis esforços, não conseguiu convencer ninguém e, pior, o seu comportamento foi visto pelo Director da Turma com muitas reservas...

Tuesday, July 05, 2011

Oeiras, Festa Comemorativa do 50º Aniversário do Coro de Sto. Amaro de Oeiras

(Actualização: 07/07/2011)

KUSSONDULOLA * Brilhou no palco (e fora dele, interagindo com o público). Foi um dos grandes momentos da festa sobretudo quando cantou a famosa "Dançam No Huambo".
Não foi fácil fotografar este meu "patricío" nas condições de luz que existiam. Assim como ele tive de dar o "máximo" para conseguir o foco desejado...
Quem ler a descrição com que precedeu esta série e este post reparará que hoje não respeitei a ordem das actuações que ali referi. Talvez porque hoje não me apeteça respeitar nada.



"Dançam no Huambo"

Pim pam pum, cada bala mata um
Lá em cima do Huambo
Tem um copo com veneno
Quem bebeu morreu
Quiribi, quiribi macaco
Macaco que é boa
Ei cota Silva o rapaz
Até nem tem a culpa
Tem pai que é retornado
Tem pai que é refugiado
Ilegal disfarçadamente ilegal
Ilegal disfarçadamente ilegal
Fazem reuniões
Fazem debates
Adis-Abeba
Lusaka , Lusaka
Cambas da luz e do dia
Não pertencemos nem á noite
Nem á esciridão
Pòu,póu,póu
Póu,póu,póu
Dançam no Huambo
Andanças de guerra
Bombardeiam sem parar
Sou um escravo fugitivo
A minha alma está no meio
O filho do homem negativo
Ei costa silva legaliza
A situação do rapaz
Filho do homem negativo

(Kussondulola; Composição: Janelo da Costa)






* Kussondulola é uma banda de reggae angolana residente em Portugal. O líder da banda é o angolano Janelo da Costa.

Em 1995 lançaram o seu álbum de estreia. O disco incluía sucessos como "Dança No Huambo" e "Perigosa", entre outros.

O grupo toca em Vilar de Mouros, lança o disco em Espanha e vence o Prémio Banda Revelação dos Prémios Blitz

Discografia:

(Fonte: Wikipédia)


(Post: 03/07/2011)

Teve lugar em Oeiras, no Largo 5 de Outubro (Largo da Igreja), a Festa de Comemoração do 50º Aniversário do Coro de Santo Amaro de Oeiras.
O Programa da Festa era extenso, começando com diversas actividades logo pelo início da tarde, mas foi à noite que, apesar do frio que se fez sentir, a festa animou com a actuação dos seguintes intervenientes (por ordem):

- Rancho Folclórico da Associação Cultural de Tercena;
- Canta e Dança;
- Luís Sousa;
- Nuno Norte;
- Kussondulola;
- Dança - Coreografia de Liliana Vitorino
- Kussondola
- Coro de Santo Amaro de Oeiras.

A série de fotografias que se seguirá, durante uns dias, reporta-se aos momentos que ali (vi)vi.
As fotografias, todas nocturnas, foram todas captadas com a minha CANON EOS 50D e uma única objectiva: EF 135mm, 1:2














Fotografias: GAD. Oeiras, Julho 2011
Proibida a reprodução. Todos os direitos reservados

Monday, June 27, 2011

"T.M.A." - Teatro Municipal de Almada - " TEATRO AZUL"

Um vídeo do Novo Teatro Municipal de Almada do qual sou co-autor.

O projecto mais complexo que já fiz e a obra mais importante para a minha formação. Cinco anos intensos "agarrado" a este sonho...
Espero que gostem tanto como eu.


Thursday, June 23, 2011

Da Minha Varanda


Fotografia: Gad. Cedofeita, Porto 2011



DA MINHA VARANDA

Dentro de mim o meu Mundo
Criei nele a minha varanda
O sol lhe dá desta banda!?
Em manhãs de fulgor, brilhante profundo.
Nas tardes de Outono nela me sento
No silêncio, já não encontro nada
Sinto o apertar do tempo, atento.
Ouvindo meus suspiros, eu cansada.

Aqui ouço o tempo varrendo os estilhaços
Mas deixo-me ficar no melhor da memória
Lembrando outros tempos, outros abraços
Já que dos fracos não reza a história.

À noite abraço-me à Lua
Às estrelas livres e esfusiantes
Quer o dia nascer e ela amua!
Deixo ficar a noite mais uns instantes.
Logo aparece a vida que me quer derrubar
Quero ser cotovia cantar até ao amanhecer
Não venha ela meus dias me roubar!
Neste Mundo meu, pronto a me acolher.

Cantarei estrofes ardentes
Da minha varanda até me cansar
Cânticos que serão torrentes
Até o Mundo, em Mundo novo se tornar.

Depois? Depois podem dizer que morri!
Até, que tive da Vida, mais que mereci.

(rosafogo)
[http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=107495]