Showing posts with label You Tube. Show all posts
Showing posts with label You Tube. Show all posts

Friday, August 14, 2015

Friday, August 07, 2015

Thursday, July 09, 2015

Eu tenho dois amores


Eu tenho dois amores - como o "grande" Marco Paulo.
Uma é "vagamente loira", outra é muito morena...
Tenho dupla nacionalidade - sou português e sou angolano.
Mais do que uma burocrática dupla nacionalidade vivi intensamente com as duas - apaixonei-me.
Hoje, porém, não sei de qual delas gosto menos.


Entendo que o "ser", seja o que for, não é um estatuto, algo imutável.
Pelo contrário - "ser" tem para mim uma relação permanente e insofismável com "sentir".
E "não me sinto". Nem uma coisa nem outra, exactamente pela mesma razão - ambas me decepcionaram.
Ambas me "traíram" e traíram as mais profundas razões desse meu sentir.
Uma - a "loira"- disfarça, agora, com uma constrangedora dificuldade, as saudades do "outro" - O Dr. que caiu da cadeira...
A morena já nem disfarça... Deita-se com a arrogância, com os "novos-ricos", com a prepotência de uma geração de canalhas que a está a matar.
E ela parece gostar...
Já não disfarça. Mata também...

Saturday, June 06, 2015

Sunday, May 17, 2015

Fui casado com uma arquiteta e vivi muitos anos com outra em "União de Fato"...






AHAHAHAHAHA!!!...


Fui casado (e tenho dois filhos) com uma arquiteta!..

"gaita"... depois vivi muitos anos em "União de Fato" com outra arquiteta...
Está tudo explicado!...


Não. não está nada... gosto muito das duas arquitetas!

Friday, May 15, 2015

A propósito do Bullying, do rapaz que foi agredido na Figueira da Foz, do vídeo que se tornou "viral", dos média e da nossa Sociedade

A primeira coisa que hoje vi no "face", quando, pela manhã, liguei o computador foi esta imagem:



Os olhos foram "desfocados" por mim porque, apesar da imagem também, aparentemente, já se ter tornado "viral, com múltiplas "partilhas" e "apelos" à partilha, me recuso, por Princípios, a alinhar em actos ou prácticas que considero "medievais"...

Transcrevo o comentário que deixei a um grande amigo que o fez (partilhou a imagem original - com olhos), pois esse comentário resume o que penso acerca deste assunto:

(...) Caro amigo,

Pela grande amizade e pelo respeito que tenho por si, consolidados em tantos anos de conhecimento, quero dizer-lhe que "não gosto" disto.

A "culpa" parece-me, neste caso tão mediatizado, algo difícil de definir.
São adolescentes e praticaram um acto a todos os títulos condenável. Abominável.
A vítima dificilmente será "o mesmo", depois disto.

É certo. Não "há volta a dar"...
Contudo, tenho visto com acrescido desgosto, o vídeo da agressão (que se tornou "viral") a passar, nos horários mais concorridos, nos vários canais de Tv.
Como sempre, o mal "vende muito"...

Mas, caro amigo, a culpa será delas? Alguém já nos disse como é ou como foi as suas vidas, as suas infâncias.
Se os pais estão no desemprego? Se os amigos estão "na rua"?
Alguém já contou como vivem as suas famílias? Que eventuais traumas viveram (ou vivem) essas raparigas? 


Já o escrevi e repito a minha convicção: A sociedade está doente, muito doente, e uma sociedade em declínio, em decadência, gera todo o tipo de consequências aberrantes...

Estas jovens não devem, quanto a mim, continuar a ser castigadas, "apedrejadas" em público como na Idade Média - devem, isso sim, ser tratadas. Ouvidas e tratadas.
Um grande abraço.(...)

E, já agora, a resposta que dei a um amigo desse meu amigo (que não concordava também) mas manifestou o "não saber o que se fazer" nestes casos:


(...) Pois é C.. Parece-me, contudo, mais importante a pergunta: o que não se deve fazer? (...)

(...) Obrigado C. e desculpe-me o meu amigo G.. se estou a abusar do seu espaço. Não é preciso "recuar" a Freud para saber que, sobretudo a infância, é decisiva para a formação da personalidade da Pessoa. O Ego, o Inconsciente, a auto-estima.


Gonçalo Afonso Dias,
15 de Maio de 2015

Friday, April 24, 2015

L A P A R O S C O P I A


(Vídeo YouTube)



L A P A R O S C O P I A

No outro dia fui, pela primeira vez, operado. Tirara-me a vesícula biliar que dizem "não faz falta nenhuma" e eu pergunto-me: se não faz falta nenhuma porque é que Ele a inventou?! Mas isso pouco importa. O que importa é que, antes, nas consultas, fiquei a saber que a cirurgia iria ser feita por LAPAROSCOPIA e o cirurgião explicou-me como se processava a técnica. Gostei do nome e da técnica - porque, achei, tem muito a ver com os avanços tecnológicos da FOTOGRAFIA.


Em casa, fui investigar à net e encontrei, no YouTube, alguns vídeos de laparoscopias à vesícula biliar. Comecei a ver um deles e tive de fugir para a casa de banho...

Ontem, já depois do acto consumado e de eu ter a barriga cheia de agrafos, consegui vê-lo até ao fim e até gostei. Fiquei fascinado, sobretudo com a mestria e a precisão que os cirurgiões têm de ter para fazer uma laparoscopia à vesícula ou a outra coisa qualquer.

A única coisa que eu não gostei nesse dia em que fui "intervencionado" (porque não me avisaram nem pude investigar) foi de, antes de "descer" para o Bloco Operatório (um nome sofisticado para "talho"...), terem-me obrigado a rapar os pêlos da barriga, a calçar umas "collants" brancas e, pior... a vestir umas cuecas de renda a condizer!. Embora nada tenha contra quem gosta de collants brancas e cuecas de renda a condizer, senti-me um José Castelo não sei das quantas...

Vejam bem o que me fizeram!... "tadinho" de mim....

Thursday, November 01, 2012

Wednesday, October 31, 2012

Saturday, October 27, 2012

Maria Morbey - Jazz - Divulgação

 
 
Fotografias e edição: Gonçalo Afonso Dias, 10/2012
 
 
Maria Morbey é licenciada em Psicologia Aplicada - ramo Psicologia Clínica, pelo ISPA. Maria estudou canto lírico e jazz e nos últimos anos tem colaborando com os vários serviços educativos do país na criação de objectos artísticos em que abordagem psicossomática à arte é uma constante. O trabalho com universo infantil surge por um acaso da vida, no entanto é um universo que considera frutífero para a aproximação das gerações na apreciação da Arte, exemplo disso é o projecto “Banjazz, um bichinho esquisito” (encomenda para o CCB/Fábrica das Arte) em que é responsável pela concepção, direcção artística e interpretação. Na performance músical, Maria Morbey intitula “Lua à Janela” o seu projecto de vida em que interage com os músicos numa lógica de comunicação que vai para além da música em si, viaja pela poesia e revela-se numa encenação estéctica cuidada e emocional. Nesta Gala Maria Morbey será acompanhada pelo pianista Emílio Robalo e pelo contrabaixista João Custódio. Surgirá como convidado especial o conhecido músico J.P. Simões com quem preparou um dueto para o efeito