Sunday, August 05, 2007
Saturday, August 04, 2007
Friday, August 03, 2007
Edíficio do Banco Espiríto Santo de Angola (B.E.S.A.) no Soyo . 2006/...
Vista da rua
Aspectos mais relevantes para a concepção do projecto.
1- O sítio: O novo edifício do Besa será construído num terreno localizado na margem Angolana do Rio Zaire.
Dispõe de uma localização privilegiada, onde a presença do rio e a vista sobre a margem oposta são mais-valias conferidas pela natureza que desde o primeiro esboço influenciaram e informaram a concepção desta proposta.

Planta do Piso 0
2- O Programa:
Funcionalmente o edifício divide-se em dois grupos espaciais de características e exigências técnicas/programáticas distintas;
A agência do BESA ocupará a totalidade do piso térreo e ainda uma área “encaixada” no piso 1, onde se localizou estrategicamente o gabinete do futuro Gerente.

Perspectiva do átrio central orientada para a entrada
Perspectiva do átrio central orientada parao balcão da agência
Esse gabinete está posicionado de forma a usufruir de uma visão projectante sobre toda a zona de clientes da agência, proporcionada pela criação de um duplo pé-direito na faixa central do edifício.

O 1º andar (piso 1) será ocupado por dois apartamentos de tipologias ligeiramente diferentes: um T2 e um "T1+1". Este último dispõe de uma assoalhada complementar que poderá funcionar como um escritório ou como um pequeno quarto auxiliar.
Nas habitações privilegiámos sobretudo a vista para o rio, aqui obtida através de uma caixilharia que percorrerá toda a fachada e que permitirá o acesso à varanda exterior coberta. Do lado da rua, a caixilharia é ensombrada e protegida através das lâminas verticais que a caracterizam.
Corte longitudinal/Corte transversal
3- Aspectos construtivos:
Desde o inicio do projecto que as condicionantes e/ou dificuldades existentes para a construção no Soyo (menos desenvolvido nesse aspecto do que outras Províncias) foram encaradas como um dado objectivo, (entendido como mais um pressuposto prévio para o projecto,o que conduziu a soluções estruturais e de pormenor acessíveis a qualquer empreiteiro não muito especializado.
Fotografias da obra (Julho 2006) enviadas pela Progest (Engº Francisco Gaspar)

Ficha técnica:
Promotor: Banco Espiríto Santo de Angola (B.E.S.A.)
Representante do promotor em obra: Engº Paulo Silveira, assistido por Neusa Mendes, eng.
Fiscalização: Progest; Engº paulo Nóbrega e Engº Francisco Gaspar
Construtora: Teixeira Duarte / direcção de obra: eng. Paulo Almeida
Projecto Geral de Arquitectura: Metáfora Arquitectos Associados, lda.
Coordenação da equipa projectista: arq. Gonçalo Afonso Dias
Colaboração: Susana Alvarez, Andreia Carinhas, Edgar Soares, Vanda santos, Tiago Iglésias, arquitectos
Projecto de Fundações e Estruturas: Safre/ coordenação: eng. Paulo Freire
Projecto de Instalações Mecânicas: Instec /coordenação: eng. Viegas Rodrigues
Projecto de Instalações Eléctricas, telecomunicações e Segurança: Copreng / coordenação: eng. António almeida
Projecto de Infraestruturas de Águas e Esgotos: Grade Ribeiro, lda. / coordenação eng. Grade Ribeiro
Modelação 3D: arq. miguel Kriphall
Acessoria e implementação de sistemas de segurança: Securitas de Angola
Tuesday, July 31, 2007
Thursday, July 26, 2007
Monday, July 23, 2007
"O Sol" quando nasce, não é para todos...

Estava entretido a trabalhar quando passou, em rodapé, uma referência ao jornal "O Sol" que me despertou a atenção. Cliquei duas vezes na "caixinha" e fui ter ao blogue "Linha dos Nodos" que postava o descontentamento relativamente ao "solarengo semanário". Li, concordei e comentei.
Comentário:
Não podia estar mais de acordo com este "desabafo".
Quando "O Sol" nasceu comprei, como sempre faço quando há promessas de qualidade na imprensa escrita.
A desilusão começou no primeiro nº;
Ao 3º ou quarto "SOL" senti-me "traído"... Fiquei por aí.
Um belo dia, há uns meses atrás, recebi um telefonema de uma jornalista desse órgão (o nome não importa para o caso) dizendo-me que tinha lido no meu blogue a denúncia de uma evidente ilegalidade e abuso de poder, exercida pelo ex. Presidente da Câmara Municipal de Beja, Carreira Marques (C.M:) em relação a um Concurso Público de Arquitectura, que eu venci, por unanimidade do Júri, em 1991... Resumindo, para contextualizar: C.M. aproveitou a "onda" do Beja Polis, por volta de 2000, para "esquecer" o projecto vencedor e adjudicar, à margem da lei, a obra a quem muito bem entendeu...
O Processo está em tribunal.
A Ordem dos Arquitectos (O-A) "enfiou a cabeça na areia" e negligenciou o assunto, contra os "mandamentos" do seu próprio Estatuto.
A Jornalista marcou, no referido telefonema, uma entrevista comigo, na qual teve acesso a toda a documentação (com provas concretas) relativas ao processo.
Posteriormente, informou-me da sua deslocação a Beja para, de acordo com as regras do bom jornalismo, ter a versão da "outra parte".
A peça estava nessa na iminência de sair. Ainda trocámos uns e-mais e várias mensagens para esclarecimentos pontuais.
Nessa altura achei que "O Sol" era, afinal, diferente dos seus concorrentes, mais vocacionados para escândalos de outra natureza e de venda garantida.
Como a dita peça não saía, nº após nº, telefonei à jornalista. Uma, duas, três vezes... A resposta não variou muito: "ainda me falta confirmar alguns dados", "está quase pronto", "é mais complexo que supunha", etc., etc.
Percebi então que, não era por falta de interesse ou vontade da simpática jornalista que esse artigo tinha "encalhado". Ela nunca me disse a verdadeira razão.
Nem vai dizer, enquanto estiver no "SOL".
Nota: mais informação sobre o caso "Carreira Marques" no meu blogue em: "http://goncaload-artes. blogspot.com/ com um link para o blogue que dediquei a esse estranho caso.
Saturday, July 21, 2007
Friday, July 20, 2007
Regresso ao Passado #01
Crash! #02. foto: gad, 2007Quando principiei esta série de fotografias “brinquedos meus” senti-me a viajar no tempo.
Vivi o enorme prazer das “coisas” simples e a fantasia apoderou-se, de novo, de mim.
Como nos tempos de criança. Fui outra vez um gigante num mundo feito de pequenos objectos.
Como todas as crianças via tudo noutra escala; as pessoas, as casas, os carros, a palmatória da minha professora primária…era tudo tão grande!
É indescritível a decepção que já sofri, tantas vezes, ao regressar a lugares onde cresci e registei na minha memória com uma dimensão esmagadora. “Afinal é isto…”.
Como é redutor ser-se adulto. Tantas coisas nos passam ao lado porque afinal “já somos crescidos”.

A minha mãe os meus irmãos e eu (a brincar com a caixa de um filme)
foto: Carlos Afonso Dias, Caxias, 1965
Thursday, July 19, 2007
Wednesday, July 18, 2007
Júlio Pêgo. (Arte / Psiquiatria)
Júlio Pêgo criou 3 blogues temáticos onde "cruza" a Arte com a Psiquiatria:
Psicopintura;
Psicoescultura;
Psicoarte;
Um contributo de extrema qualidade e interesse para todos nós.
Também, para quem ainda tem dúvidas ou preconceitos sobre as "virtudes" da Blogosfera...
Eu agradeço.
"O Psiquiatra" técnica mista sobre papel. gad, 2004






























